MATO GROSSO

MT tem mais de 2,4 mil vagas de trabalho disponíveis no Sine nesta semana

Nesta semana são oferecidas 2.438 oportunidades de emprego pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), que conta com 34 postos de atendimento instalados em 31 municípios de Mato Grosso.

Em Cuiabá e Várzea Grande são 777 novas vagas de trabalho. Entre elas estão 200 de auxiliar de creche, 81 de auxiliar de logística, 70 de operador de caixa e 65 de repositor de supermercado. Também são ofertadas na Capital 44 vagas para Pessoas com Deficiência (PCD), nas áreas de operador de caixa (15), repositor em supermercados (15) e empacotador (6), entre outras oportunidades.

O município de Sapezal (560 km de Cuiabá) tem 404 oportunidades no mercado de trabalho nesta semana. São 176 vagas para operador de máquina agrícola, 60 vagas para auxiliar de linha de produção, 50 vagas para trabalhador agropecuário, 20 vagas para operador de máquinas de beneficiamento de produtos agrícolas e 16 vagas para analista administrativo, entre outras oportunidades de emprego.

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Em Nova Mutum (239 km de Cuiabá) outras 231 vagas foram disponibilizadas: 167 vagas para operador de processo de produção, 18 vagas para atendente de lanchonete, 12 vagas para auxiliar administrativo e 10 vagas para consultor de vendas.

A unidade de Sinop (476 km de Cuiabá) oferece 151 oportunidades profissionais, entre elas 30 para auxiliar de limpeza, 11 para auxiliar de linha de produção, nove para estoquista, sete para auxiliar administrativo, sete para auxiliar de armazenamento, entre outras oportunidades disponíveis.

O município de Rondonópolis (216 km de Cuiabá) contabilizou 135 postos de trabalho disponíveis no Sine. Entre as oportunidades estão: auxiliar de limpeza (13), ajudante de carga e descarga de mercadoria (11), eletricista de manutenção de linhas elétricas (10) e servente de limpeza (09).

A lista completa e atualizada pode ser acessada diariamente utilizando o Portal Emprega Brasil.

As vagas ofertadas pela Rede Sine são diárias e a todo momento novas oportunidades são cadastradas.

Atendimento

Além do trabalho de intermediação de mão de obra, o Sine realiza serviço de habilitação do seguro-desemprego, atendimento orientado sobre a utilização da Carteira de Trabalho Digital e Previdência Social. É preciso verificar na unidade a disponibilidade das vagas oferecidas diariamente.

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Os interessados devem comparecer aos postos de atendimento portando documentos pessoais e comprovante de residência. Na região metropolitana, o horário de atendimento dos Sines, localizados nas unidades do Ganha Tempo Ipiranga e do CPA I é das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Já no posto do Sine, instalado no Centro Estadual de Cidadania do Várzea Grande Shopping, o horário de funcionamento é das 10h às 18h.

Confira AQUI a relação das vagas de emprego.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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