MATO GROSSO

Mato Grosso vai investir R$ 2,8 milhões em pesquisas de manejo e conservação de florestas

O Conselho Gestor do Desenvolve Floresta (CGDF) aprovou a destinação de mais de R$ 2,8 milhões para dois projetos voltados à sustentabilidade e manejo florestal em Mato Grosso. Os recursos são provenientes do Fundo de Desenvolvimento Florestal de Mato Grosso – Desenvolve Floresta, vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

O primeiro projeto aprovado é “ILPF: Indicadores de Sustentabilidade na Amazônia”, que será executado pela Embrapa Agrossilvipastoril. O projeto irá definir modelos de sistemas integrados de produção de grãos, carne e madeira em sistemas de ILPF, associando a eles os indicadores de sustentabilidade e resiliência relacionados aos componentes água, fertilidade, biodiversidade e carbono no solo face às mudanças climáticas. A iniciativa recebeu R$1.777.237,95 e tem prazo de execução de até 36 meses.

O segundo projeto, “Manejo de Florestas Naturais no Estado de Mato Grosso: Variáveis para Aferição da Sustentabilidade”, será desenvolvido pela Embrapa Florestas. O projeto tem como objetivo desenvolver estudos sobre variáveis indicadoras da sustentabilidade ambiental do manejo e sua influência na capacidade regenerativa de florestas naturais. A proposta recebeu R$1.077.442,83 e deverá ser executada em até 24 meses.

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Desenvolve Floresta tem como objetivo fomentar iniciativas que contribuam para a preservação ambiental, o uso sustentável dos recursos florestais e o desenvolvimento econômico aliado à conservação.

Ao comentar os investimentos aprovados na 8ª reunião ordinária, realizada na quinta-feira (14.8), a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia, Linacis Silva Vogel Lisboa, destacou a importância de iniciativas que integram ciência, produção e conservação ambiental.

“Mato Grosso conserva mais de 60% de sua floresta nativa, e esse é um patrimônio ambiental de valor inestimável. Na Sedec, temos trabalhado para fortalecer políticas e ações que conciliem, cada vez mais, a preservação das nossas florestas com a produção sustentável, garantindo que desenvolvimento econômico e conservação caminhem juntos”.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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