MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros Militar participa de simulado operacional em usina hidrelétrica em Sinop

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), em parceria com o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAer), participou de um simulado operacional realizado em uma usina hidrelétrica no município de Sinop (480 km de Cuiabá) nesta quinta-feira (11.04). O objetivo da atividade, foi promover um exercício prático em colaboração com os brigadistas da usina e avaliar o tempo de resposta de emergência, levando em consideração a localização remota da usina, situada a 60 km do 4º Batalhão Bombeiro Militar (BBM).

A atividade proposta foi um resgate de duas vítimas fictícias, sendo uma com parada cardiorrespiratória proveniente de uma descarga elétrica e a outra com uma fratura em membro inferior, decorrente de uma queda de nível. 

A vítima mais grave com parada cardiorrespiratória, foi transportada pelo helicóptero do CIOPAer, e a outra pela Unidade de Resgate do 4°BBM, ambas com destino a Unidade Hospitalar de referência no município.

O capitão do 4º BBM, Lucas de Sousa Brito, destacou a relevância do simulado como uma oportunidade para identificar melhorias nos protocolos de resposta. 

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“Ao realizar o exercício, foi possível avaliar de forma mais precisa o desempenho da equipe e identificar áreas que podem ser aprimoradas. Através desse processo de avaliação e análise, o propósito da ação é garantir que os protocolos estejam alinhados com as necessidades reais e que a equipe esteja preparada para enfrentar situações de emergência de forma eficiente e segura”, disse o capitão.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Novo equipamento da Politec acelera análises de vestígios de crimes sexuais

Novo equipamento de alta tecnologia foi destinado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para acelerar as análises periciais de DNA forense de crimes sexuais feitas pela instituição.

Denominado QIAcube Connect, o aparelho realiza a extração diferencial, que consiste na separação da mistura de DNA contido nas células espermáticas do DNA presente no corpo da vítima da qual foi realizada a coleta para exames.

Na prática, isso significa que mais amostras genéticas serão processadas em menos tempo, com menos ocorrência de erros humanos e menos chance de contaminações decorrentes de manipulação, agilizando assim a emissão de laudos periciais.

O investimento em tecnologias para o processamento de amostras de crimes sexuais é peça vital no enfrentamento à violência contra a mulher, através da obtenção de evidências forenses, as quais são essenciais para a investigação, condenando agressores e inocentando os não envolvidos.

A obtenção de um perfil genético a partir de vestígios criminais é o objetivo final do processamento laboratorial realizado pela Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense, sendo que diversas etapas anteriores, técnicas e equipamentos são necessários.

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Conforme a coordenadora de perícias de Biologia Molecular, Rosângela Ventura, antes, o procedimento de lavagem diferencial era feito manualmente, o que restringia a capacidade de processamento de apenas de quatro a seis amostras por vez. “Este método demanda várias horas de trabalho e a supervisão constante de um perito forense com destreza e habilidade para a realização do método. A implementação do equipamento permite o processamento de 12 amostras em apenas 90 minutos, sem a necessidade de supervisão constante por um profissional. Essa automação não apenas reduz significativamente o tempo necessário para análise, mas também minimiza as chances de erros”, explicou a perita.

Rosângela pontua, ainda, que foram observados uma redução substancial no tempo de processamento das amostras de crimes sexuais, encurtando-o em até três horas, além de resultados de alta qualidade.

“Cerca de 300 amostras processadas no laboratório são de vestígios de crimes sexuais. Sendo assim, quando falamos de ganho de três horas com o suporte do equipamento, que antes era limitada pelo trabalho humano, nós estamos falando de ampliar essa tecnologia para toda a nossa demanda relacionada aos vestígios de crimes sexuais que possam conter material espermático, que representa a maioria das nossas buscas por DNA no setor”, analisou.

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O equipamento teve o custo de cerca de R$ 250 mil e foi adquirido com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Fonte: Governo MT – MT

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