MATO GROSSO

Com tema Corixos de Letra, Academia Mato-grossense de Letras realiza 6ª edição do projeto Casa Aberta

A Academia Mato-grossense de Letras (AML) realiza a 6ª edição do projeto Casa Aberta nesta quinta-feira (10.7), a partir das 18h, na Casa Barão, em Cuiabá. Com o tema “Corixos de Letras”, o evento gratuito conta com investimentos do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

A programação se inicia com o lançamento do livro “O Rio do Meu Quintal”, de Antonio Peres Pacheco, que terá a presença do autor para uma noite de autógrafos. No mesmo horário, também ocorre a Sopa de Letrinhas, que propõe a projeção de drops literários.

No Papo Acadêmico, atividade onde integrantes da Academia discorrem sobre temas específicos, o professor Flávio Ferreira irá explorar o tema “Teatro e Literatura, semeadura para o Mato Grosso nosso”, a jornalista, Sueli Batista tratará do “Empreendedorismo Literário” e o professor Gonçalo Antunes de Barros Neto “Literatura em ambiente digital”.

A programação ainda conta um pocket show com a Professora Geiza, personagem encarnada por Eduardo Butakka, a entrega do prêmio Hip Hop na Origem e o Slam da Academia. No final do evento, o microfone fica aberto para quem quiser participar.

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Confira aqui a programação:

8h – Lançamento do Livro “O Rio do Meu Quintal” de Antonio Pacheco. Noite de Autógrafos com o autor

18h – Instalação Artística Sopa de Letrinhas

18h15 – Papo Acadêmico com Sueli Batista, Flávio Ferreira e Gonçalo Antunes de Barros Neto

19h30 – Pocket show com a Professora Geiza, personagem de Eduardo Butakka

19h50 – Entrega do prêmio Hip Hop na Origem

20h – Slam da Academia

20h45 – Dj e microfone aberto

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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