MATO GROSSO

Casal é preso pela PM por tráfico de drogas e cultivo ilícito de maconha em Cotriguaçu

Equipes da 1ª Companhia Independente da Polícia Militar apreenderam, neste domingo (15.09), diversas porções de cocaína, maconha e pasta base de cocaína, além de duas mudas de cannabis sativa, no bairro Progresso, em Cotriguaçu (956 km de Cuiabá). Na ação, um homem, de 18 anos, e uma mulher, de 25 anos, foram presos em flagrante por tráfico de drogas e cultivo ilícito.

Os policiais militares realizavam patrulhamento de rotina pela região, quando avistaram dois homens, em atitude suspeita, de frente a uma residência, na Avenida Irineu Silveira. Um dos suspeitos estava em uma motocicleta, que fugiu em alta velocidade.

Em seguida, as equipes efetuaram a abordagem de um jovem, que dispensou diversos entorpecentes momentos antes de ser detido. No local, os militares ainda localizaram uma muda de cannabis de pouco mais de um metro de altura.

Assim que os policiais entraram na casa com objetivo de localizar mais produtos ilícitos, identificaram uma mulher de 24 anos. Em buscas no imóvel, a Polícia Militar apreendeu mais uma muda pequena de cannabis e outras porções de entorpecentes diversos.

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Os policiais recolheram quase R$ 500 em espécie, uma balança de precisão, dois aparelhos celulares e um caderno contendo supostas anotações oriundas do tráfico de drogas. A dupla e os ilícitos foram levados à delegacia.

Disque Denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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