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Em jogo intenso, Ponte sai na frente, toma empate no final e traz ponto para Campinas

Em um jogo muito intenso, a Ponte Preta empatou com o Criciúma fora de casa e trouxe um ponto na mala para Campinas. Lucca abriu o placar logo aos três minutos do primeiro tempo, mas no finalzinho da etapa complementar, após longa blitz dos donos da casa, o adversário chegou ao empate após um chute de rebote em bela defesa de Caíque França.

Com o resultado, a equipe do técnico Hélio dos Anjos mantém a invencibilidade de cinco jogos e foi a 19 pontos, dormindo na 14ª posição da tabela, se afastando do Z4. “Jogamos de igual para igual o primeiro tempo, no segundo sabíamos que viriam pra cima da gente e faltou um pouquinho de sorte, mas pelo menos levamos um ponto para casa”, pontua o goleiro alvinegro.

A Macaca volta a campo às 19 horas da próxima quarta-feira (20), no Majestoso, contra o Náutico, no último jogo do primeiro turno da série B. A Macaca solicitou à CBF uma redução no preço dos ingressos para esta partida e aguarda resposta da instituição.

 O jogo

A Ponte Preta começou indo para cima do adversário e marcou logo aos três minutos. Em cobrança de escanteio, Artur cabeceou primeiro e Lucca completou, também de cabeça: 1 a 0 para Macaca.  Foi o 150 gol do atacante na temporada e o nono na série B, da qual é artilheiro.

Na sequência, Nicolas teve boa chance e foi parado com falta. Lucca cobrou, mas ela pegou muita força e saiu por cima do gol. Aos oito, os donos da casa arriscaram de cabeça, mas Caíque França defendeu com tranquilidade. Aos dez, Lucca teve nova chance, mas foi parado com falta.

Aos 12, Norberto foi parado com nova falta, quando descia em velocidade. No minuto seguinte, Lucca teve boa chance na área e chutou cruzado, mas o goleiro do Criciúma bloqueou.  Aos 14, em lance originada de falta não marcada, o Tigre teve a chance de empatar, mas Marquinhos Gabriel mandou para fora.

Aos 17., Nicolas saiu em velocidade e foi parado com falta por Cristóvão, que tomou amarelo pelo lance. Lucca cobrou com categoria no gol adversário e o goleiro espalmou para escanteio. Na cobrança, DG pegou a sobra em confusão na área, mas sem ângulo, mandando para fora. Aos 23, bom contra-ataque de Nicolas e Lucca, mas a defesa adversária tocou pra lateral.

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Aos 29, Marquinhos Gabriel saiu em disparada e caiu, mas o juiz viu falta de DG e amarelou o zagueiro alvinegro. Aos 31, Nicolas quase marca o segundo, mas o goleiro Gustavo se esticou todo e mandou para escanteio. Aos 33, Lucca chegou a balançar as redes pela segunda vez, por cobertura, mas após o lance o juiz marcou impedimento, invalidando o gol – a decisão foi confirmada pelo VAR.

Aos 38, Marquinhos Gabriel simulou pênalti e na sequência levou amarelo por simulação. Aos 41, Lucca quase faz um lindo segundo gol. O atacante saiu em vantagem, driblou o goleiro e cruzou, com a bola raspando na trave e batendo na rede pelo lado de fora. Aos 43, blitz do Criciúma na área da Macaca, mas a defesa alvinegra foi superior e eliminou o perigo.

NA sequência o jogo foi parado porque torcedores do Criciúma cuspiram, atiraram objetos e xingaram atletas que estavam no banco alvinegro. Aos 50, no último lance do jogo, Nicolas foi parado por falta de Arilson, que levou amarelo,e  após a cobrança o árbitro encerrou o primeiro tempo.

No segundo tempo, logo aos dois Danilo Gomes tentou a primeira arrancada e busco Igor Formiga pela direita, mas defesa do Criciúma faz o corte. Aos seis, Marquinhos Gabriel chutou com perigo e Caíque França defendeu – o jogador do Criciúma mais uma vez ficou pedindo um pênalti que não ocorreu.

Após oito, Danilo Gomes foi parado com cotovelada no rosto por Rodrigo. Aos 13, Leo NAldi quase marcou o segundo, em cabeceada após cruzamento de Formiga, mas o goleiro adversário se esticou inteiro e jogou para escanteio.  Aos 17, Danilo Gomes fez jogada rápida pela direita, passou por dois e acabou parado com falta.

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Aos 20, mais uma vez Marquinhos Gabriel reclamou de pênalti inexistente, em lance em que o jogador pontepretano sequer tocou nele. Aos 25, Danilo Gomes chegou bem ao campo adversário, mas foi travado na hora do chute. Aos 27, cobrança de falta perigosa pertinho da área alvinegra. Thiago Alagoano cobrou na barreira e, no rebote, mais uma vez carimbou a defesa alvinegra.

Aos 32, Wesley cobrou escanteio na primeira trave, mas houve desvio e a bola saiu. No minuto seguinte, Luiz Felipe avançou pela direita e tentou cruzamento, mas a defesa do Criciúma tirou. Aos 35, Igor Formiga tentou chutar cruzado, a bola passou por baixo das pernas do adversário, mas saiu em linha de fundo.

O Criciúma fazia muita pressão e aos 40 deu chute perigoso, mas Caíque França se esticou todo e fez boa defesa.  Aos 47, os donos da casa conseguiram o empate. Após uma bomba rebatida por Caíque, Lohan pegou o rebote e marcou, sem chance de nova defesa do camisa 1.

A Ponte teve chance de ampliar aos 48, com chute forte de Wesley, que assustou o goleiro Gustavo.  Aos 50, o juiz apitou o final do jogo: 1 a 1 em Santa Catarina.

Ficha do jogo

Ponte Preta – Caíque França; Jean Carlos (Victor Luis), Douglas Mendes, Fábio Sanches, Artur e Norberto (Igor Formiga; Amaral (Luiz Felipe), Léo Naldi e Wallisson (Wesley); Nicolas e Lucca (Danilo Gomes). Técnico: Hélio dos Anjos.

Criciúma: Gustavo; Cristovam (Thiago Alagoano), Rodrigo, Kadu (Zé Marcos)e Marcelo Hermes (Helder); Rômulo, Arilson, Lucas Xavier (Alexandre Tam), Marquinhos Gabriel e Fellipe Mateus; Caio Dantas (Lohan). Técnico: Cláudio Tencatti

Gols: Lucca, aos três minutos do primeiro tempo;Lohan aos 45 do segundo

Arbitragem: Caio Max Augusto Vieira apitou, com Márcio dos Santos e Charly Wendy Straub Deretti como assistentes. Luís Carlos de França Costa foi o quarto árbitro.

Cartões amarelos: Fábio Sanches, DG (Ponte Preta); Cristovam, Kadu, Marquinhos Gabriel , Arilson (Criciúma)

Público total: 11.004

Renda bruta: R$ 215.660,00

fonte: https://pontepreta.com.br/em-jogo-intenso-ponte-sai-na-frente-toma-empate-no-final-e-traz-ponto-para-campinas/

Fonte: Agência Esporte

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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