CUIABÁ

Vereador Jeferson Siqueira presta contas do primeiro semestre no comando da CCJR

Nesta quarta-feira (12), a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal de Cuiabá, presidida pelo vereador&nbspJeferson&nbspSiqueira (PSD), realizou a sua última reunião antes do período de recesso do Legislativo municipal, – que ocorre entre o dia 17 de julho ao dia 2 de agosto -, encerrando o primeiro semestre de 2023 com cerca de 288 processos analisados.&nbsp

O presidente da comissão destacou que durante este primeiro semestre foram aprovados projetos ‘importantíssimos para a população cuiabana’, entre eles está o projeto (apresentado pelo Executivo) denominado Renda Solidária II, promovendo aos catadores de lixo que trabalham no ‘lixão de Cuiabá’, uma renda de um salário mínimo durante 24 meses.&nbsp


“Encerro este primeiro semestre com muita gratidão, pois, ser presidente da&nbspCCJR&nbspfoi um novo desafio interposto a mim durante o meu mandato. Desafio o qual acredito que venho desempenhando o melhor papel possível. Lembro que dos primeiros projetos importantíssimos aprovados pela comissão, – sem retirar a importância de outros -, foi a aprovação do projeto Renda Solidária que disponibilizou a renda de um salário mínimo durante 24 meses para os catadores de lixo da nossa Cuiabá. E esse é o papel do parlamentar buscar a melhorar a vida de todos os cidadãos”, contou&nbsp


Além do auxílio aos catadores,&nbspJeferson&nbsptambém lembrou do parecer favorável realizado ao projeto de Lei Complementar, n.º 2/2023, que dispõe sobre o reajuste salarial de 2% aos servidores da Educação de Cuiabá.&nbsp


“Outro projeto muito importante aprovado pela&nbspCCJ, foi o reajuste salarial dos profissionais da área da educação de Cuiabá. Uma área extremamente importante para a vida de todas as pessoas, pois, sem a educação não se tem sociedade!”, disse

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Evelyn Souza/ Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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