CUIABÁ
Vereador Jeferson Siqueira presta contas do primeiro semestre no comando da CCJR
O presidente da comissão destacou que durante este primeiro semestre foram aprovados projetos ‘importantíssimos para a população cuiabana’, entre eles está o projeto (apresentado pelo Executivo) denominado Renda Solidária II, promovendo aos catadores de lixo que trabalham no ‘lixão de Cuiabá’, uma renda de um salário mínimo durante 24 meses. 
“Encerro este primeiro semestre com muita gratidão, pois, ser presidente da CCJR foi um novo desafio interposto a mim durante o meu mandato. Desafio o qual acredito que venho desempenhando o melhor papel possível. Lembro que dos primeiros projetos importantíssimos aprovados pela comissão, – sem retirar a importância de outros -, foi a aprovação do projeto Renda Solidária que disponibilizou a renda de um salário mínimo durante 24 meses para os catadores de lixo da nossa Cuiabá. E esse é o papel do parlamentar buscar a melhorar a vida de todos os cidadãos”, contou 
Além do auxílio aos catadores, Jeferson também lembrou do parecer favorável realizado ao projeto de Lei Complementar, n.º 2/2023, que dispõe sobre o reajuste salarial de 2% aos servidores da Educação de Cuiabá. 
“Outro projeto muito importante aprovado pela CCJ, foi o reajuste salarial dos profissionais da área da educação de Cuiabá. Uma área extremamente importante para a vida de todas as pessoas, pois, sem a educação não se tem sociedade!”, disse
Evelyn Souza/ Da Assessoria
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
CUIABÁ
Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura
A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)
O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.
Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.
Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.
O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.
Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.
Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.
A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.
Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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