CUIABÁ

Rei e Rainha da Festa de São Benedito visitam a Prefeitura de Cuiabá

O secretário municipal de Turismo de Cuiabá, Everson da Silva Jesus, recepcionou nesta segunda-feira (16), no terraço da Prefeitura, o Rei Mário Mansur e a Rainha Juliana Bussiki, representantes da tradicional Festa de São Benedito 2025. A visita teve como objetivo alinhar os preparativos do evento religioso, que será realizado, como de costume, na Igreja Nossa Senhora do Rosário e São Benedito.

Devoto de São Benedito, o secretário destacou o valor simbólico da celebração para a cidade. “Sou devoto e entendo a importância dessa festa para a alma cuiabana. A Prefeitura está comprometida em manter viva essa tradição centenária que fortalece nossa fé e nossa identidade cultural”, afirmou Everson.

A rainha Juliana Bussiki emocionou-se ao falar da responsabilidade de representar o evento. “É uma honra estar à frente de uma celebração tão rica em significado. São Benedito representa fé, resistência e união do povo cuiabano”, declarou. O rei Mário Mansur também ressaltou a relevância da festividade. “Essa festa atravessa gerações. É o coração pulsante da cultura da nossa capital tricentenária”, disse.

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A programação da Festa de São Benedito 2025 já começou com a peregrinação, que vai de 8 de junho a 1º de julho. O baile de abertura aconteceu em 13 de junho, seguido pela visita da Bandeira, entre os dias 16 e 28. As novenas serão realizadas de 24 de junho a 2 de julho, antecedendo o início oficial da festa, no dia 1º de julho, que segue até o domingo, 6 de julho.

Com mais de 300 anos de história, a celebração começa tradicionalmente com a Missa Campal às 5h da manhã, seguida do “Tchá cô Bolo” e, à noite, a festa cultural que envolve música, dança e gastronomia típica, movimentando a comunidade cuiabana.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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