CUIABÁ
Recuperação do telhado é finalizada e trabalho no Terminal do CPA I avança para fase de pintura
O Terminal Urbano do CPA I recebe, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), o serviço de pintura em toda sua estrutura. O trabalho faz parte do conjunto de ações de melhorias executado no local, com o intuito de assegurar as boas condições de uso do espaço.
A pintura foi iniciada neste mês de setembro, a partir da conclusão da etapa de recuperação da cobertura do terminal. Esse procedimento englobou a execução dos serviços de reparo e substituição das telhas danificadas, aplicação de manta térmica, instalação de rufo, limpeza e troca das calhas.
A atuação ocorre sem a necessidade de suspensão do funcionamento, seguindo todas as medidas de segurança para trabalhadores e usuários do transporte público. Conforme cronograma da Limpurb, após a finalização da pintura, será efetuada a instalação de novos bancos e lixeiras ao longo de toda a estrutura.
“Com mais de 25 anos, o Terminal do CPA I nunca recebeu uma grande reforma, apenas manutenções pontuais. Diante disso, o prefeito Emanuel Pinheiro determinou que fizéssemos essa grande operação no local. A ideia é garantir que o cidadão tenha o maior conforto possível enquanto espera pelo seu ônibus”, explica o diretor-geral da Limpurb, Júnior Leite.
O planejamento de melhorias é executado também em parceria com a Secretaria Municipal de Obras Públicas. Além da pintura e recuperação do telhado, já foram realizadas as atividades de instalação de iluminação de LED, poda de árvore, tapa-buraco na área interna da estrutura e também nas vias laterais.
O Terminal Urbano do CPA I também conta com serviço diário de limpeza, que é realizado por equipes que atuam em três turnos. A iniciativa faz parte de um Termo de Cooperação assinado com a Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), que transferiu a zeladoria dos terminais do CPA I e CPA III, e das estações Alencastro, Bispo Dom José e Ipiranga para empresa pública.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
CUIABÁ
Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal
O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.
Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.
A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.
A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.
A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.
A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.
Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.
A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.
Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.
Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.
A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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