CUIABÁ

Recanto do Sol será beneficiado com 2,3 km de pavimentação; obra recebe investimento de R$ 4,5 milhões

Localizado na região Sul, o bairro Recanto do Sol será beneficiado pela Prefeitura de Cuiabá com construção de rede de drenagem e pavimentação em suas vias. A obra alcançará a primeira etapa da comunidade e foi lançada nesta quarta-feira (5) pela gestão Emanuel Pinheiro, como parte da programação de celebração dos 304 anos da Capital.

Dos 2,3 quilômetros total de extensão, um quilômetro será edificado diretamente pela Secretaria Municipal de Obras Públicas e 1,3 quilômetro por meio da empresa Ágape, vencedora do processo licitatório. A ordem de serviço já foi assinada e, a partir de segunda-feira (10), a construtora está liberada para atuar na comunidade.

O vice-prefeito e secretário de Obras Públicas, José Roberto Stopa, explicou que o trabalho abrangerá ainda a construção de meio-fio e calçada em todas as vias beneficiadas com a pavimentação. Segundo ele, o projeto recebe um investimento total de R$ 4,5 milhões, sendo R$ 2,5 milhões de emenda do senador Wellington Fagundes e R$ 2 milhões do Município.

“A Prefeitura sozinha não conseguiria realizar essa obra. Então, essa parceria com o senador possibilita que, depois de muita luta dos moradores, o sonho desta comunidade possa ser realizado. É o sonho do fim da poeira, do fim do barro, é o sonho de uma melhor qualidade. Asfalto não é luxo, é qualidade de vida e saúde”, comentou Stopa.

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O presidente da Associação de Moradores do Recanto do Sol, Nildo Moraes, destacou que há mais de 20 anos o bairro espera por esse benefício. “Sou um dos fundadores do bairro, sempre lutei para que fossemos atendidos, e hoje estamos tendo uma resposta positiva. Agradeço o prefeito Emanuel Pinheiro, o vice-prefeito Stopa, e o senador Wellington Fagundes”, disse.

Também participaram da solenidade o adjunto de Planejamento e Projetos, Rauf Macedo, o adjunto de Serviços Urbanos, Anderson Matos, o controlador-geral do Município, Helio Santos Souza, o presidente da Federação Mato-grossense de Associações de Moradores de Bairros (Femab), Walter Arruda, e o presidente da União Coxiponense de Associação dos Moradores (UCAM), José Mauricio.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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