CUIABÁ

Presidente Chico 2000 recebe alunos da APAE na 1º edição do projeto Cuiabaninhos de 2024

29/02/2024
Presidente Chico 2000 recebe alunos da APAE na 1º edição do projeto Cuiabaninhos de 2024
O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Chico 2000 (PL), recebeu nesta quinta-feira (29.02), no gabinete da presidência, 55 alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APE), para a 1ª edição do “Projeto Cuiabaninhos”, de 2024.
O liberal valorizou a participação da associação e ressaltou às bandeiras encampadas no parlamento, como a inclusão social.
“É um prazer recebê-los aqui, essa Casa precisa da participação de vocês, que é um espaço democrático. E hoje, vocês puderam conhecer mais sobre a história do parlamento”, disse ele.
A chefe da Escola do Legislativo, Amanda Fares, salientou que o projeto visa proporcionar uma aproximação dos estudantes e cidadãos, aos funcionamento da Câmara. Neste ano, as visitas semanais devem ser ampliadas.
“Desde o ano passado a gente tinha feito esse convite para o presidente Leonardo, e é uma bandeira da Câmara Municipal, a acessibilidade, a inclusão, aproximar a sociedade, não somente os alunos, mas as pessoas com deficiência, as escolas mais distantes daqui do centro, as escolas rurais, e esse ano também a gente vai aumentar a participação das escolas estaduais e das escolas particulares no projeto”, destacou.
Os alunos conheceram a Praça Moreira Cabral, onde encontram o Obelisco que marca o Centro Geodésico da América do Sul. Em seguida eles foram até o plenário Ana Maria do Couto, onde tomaram café da manhã, participaram de uma pequena palestra conhecendo a história da Câmara.&nbsp&nbsp
O projeto ocorre desde 2019 e tem o intuito de apresentar a importância do trabalho Legislativo para a Capital. As visitas são organizadas pela Escola do Legislativo e da Secretaria de Ações Institucionais.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Prefeitura recorre de decisão que suspendeu decreto sobre loteamentos em Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá entrou com recurso no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) com o objetivo de reverter a decisão liminar que suspendeu o decreto municipal que interrompeu temporariamente a análise e a aprovação de projetos de loteamentos com terrenos menores que 200 metros quadrados. O pedido foi protocolado nesta sexta-feira (10) e será analisado pelo Órgão Especial do tribunal.

A decisão que suspendeu o decreto foi tomada pela desembargadora Clarice Claudino da Silva, relatora da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada pelo diretório estadual do MDB. Em decisão preliminar, a magistrada entendeu que o município criou novas regras para os loteamentos por meio de um decreto, quando isso dependeria de aprovação por lei.

No recurso, a Procuradoria Geral do Município afirma que a decisão foi baseada em uma interpretação divergente do decreto e pede que a liminar seja revogada. Segundo a Prefeitura, o texto não criou novas exigências para empreendedores, mas apenas interrompeu temporariamente a análise de determinados projetos até a conclusão da revisão da legislação urbanística da capital.

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Na fundamentação do recurso, a Procuradoria sustenta que “o ato, todavia, nada indefere e nenhum requisito novo impõe: seu art. 1º limita-se a suspender temporariamente a análise, a emissão de diretrizes e a aprovação de determinados projetos de parcelamento. As medidas de 200 m² e de 10 m operam como simples critério de delimitação do universo de processos sobrestados, e não como parâmetro urbanístico exigível dos administrados”.

Outro ponto contestado pela Prefeitura é o entendimento de que não existiria base legal para a edição do decreto. Conforme a Procuradoria, a medida está amparada em uma lei municipal que autoriza a administração pública a adotar providências preventivas em situações que possam trazer riscos ao interesse público.

A Prefeitura também defende que o decreto tem caráter temporário e preventivo e não altera a legislação em vigor nem cria novas regras para os loteamentos. “Não se trata de regulamento autônomo, mas de providência acauteladora fundada no poder geral de polícia urbanística: ato geral, de caráter técnico e subordinado aos parâmetros fixados na legislação vigente. Cuida-se de exercício típico do poder de polícia administrativa, e não de inovação normativa primária, o que afasta qualquer cogitação de usurpação da função legislativa”, argumenta a Procuradoria.

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O município afirma ainda que a norma não teve efeito retroativo, pois atingiu apenas projetos que ainda aguardavam análise, sem modificar aprovações já concedidas. A Procuradoria também sustenta que manter a suspensão do decreto pode provocar prejuízos maiores, já que permitiria a aprovação de novos loteamentos enquanto a revisão do Plano Diretor ainda está em andamento, criando impactos urbanísticos que seriam difíceis de reverter.

Com o recurso, a Prefeitura pede que a desembargadora reveja a própria decisão ou, caso isso não ocorra, que o caso seja levado ao Órgão Especial do TJMT para decidir se o decreto volta a produzir efeitos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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