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Prefeito e diretor-geral lamentam morte de servidora do Hospital Municipal de Cuiabá

O prefeito Emanuel Pinheiro e o diretor-geral da Empresa Cuiabana de Saúde Pública, Paulo Rós, que administra o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), lamentam profundamente o falecimento da servidora pública municipal Solange Alves Feitoza, 51 anos, ocorrido no domingo (21).

A servidora  estava internada na UTI do Hospital Municipal de Cuiabá. Solange foi acolhida na unidade desde o dia 12/08. Ela descobriu recentemente um câncer de mama

“Solange é uma pessoa guerreira que lutou pela vida. Sempre realizou seu trabalho com presteza. A todos os familiares e amigos meus sinceros sentimentos”, disse o prefeito Emanuel Pinheiro.

Segundo o diretor-geral, Paulo Rós, a servidora era muito alegre. “Ela sempre recebia os pacientes com um sorriso no rosto, pessoa muito querida por todos. Para nós é uma grande perda. Que Deus conforte os familiares neste momento de dor e sofrimento”, destacou.

Solange trabalhava na recepção central do Hospital Municipal de Cuiabá desde fevereiro de 2021. Ela deixa dois filhos e cinco netos.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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CUIABÁ

Cuiabá cria lei que incentiva o apadrinhamento afetivo de idosos em instituições

Antoniel Pontes | Assessoria do vereador Ranalli 
Cuiabá passou a contar com uma nova lei voltada à proteção e ao cuidado com pessoas idosas acolhidas em instituições de longa permanência. Promulgada na última sexta-feira (17), a Lei nº 7.514 institui no município o estímulo ao apadrinhamento afetivo de idosos, com foco na criação de vínculos sociais, na ampliação da convivência comunitária e no enfrentamento do abandono familiar.
A proposta é de autoria do vereador Rafael Ranalli (PL) e cria um instrumento de incentivo para aproximar a sociedade civil da realidade vivida por idosos que hoje estão afastados do convívio familiar. A medida também abre espaço para que essas pessoas possam participar de atividades fora das instituições em finais de semana, feriados e datas comemorativas, desde que observados os critérios legais e as regras de segurança.
Pela nova lei, o apadrinhamento afetivo poderá ser buscado junto aos órgãos competentes do município, que deverão orientar os interessados sobre programas em andamento e exigências para participação. O texto também prevê que o responsável legal ou familiar do idoso deverá autorizar o apadrinhamento e as visitas à instituição onde ele mora.
Outro ponto central da norma é o reconhecimento de uma realidade muitas vezes invisível. A lei determina estímulo à divulgação de informações sobre idosos em situação de abandono, tanto para a sociedade civil quanto para o poder público, com a intenção de ampliar a conscientização e fortalecer ações de acolhimento, atenção e cuidado.
Além de promover vínculo afetivo, a legislação também busca garantir que idosos institucionalizados tenham a chance de viver experiências fora do ambiente de acolhimento, recebendo atenção, afeto e acompanhamento. A expectativa é que a iniciativa ajude a humanizar ainda mais o atendimento a essa população e estimule a participação da comunidade em ações de responsabilidade social.
Com a entrada em vigor imediata da lei, a tendência é que o tema ganhe espaço nas políticas públicas de assistência e envelhecimento em Cuiabá, reforçando a necessidade de olhar mais atento para uma parcela da população que, em muitos casos, enfrenta a solidão e o abandono.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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