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Ônibus disponibilizados para Corrida de Reis têm adesão de 9,4% da capacidade

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Apesar da ampla estrutura disponibilizada para o transporte do público até a Corrida de Reis, realizada no domingo (11), no Parque Novo Mato Grosso, a adesão ao transporte coletivo ficou muito abaixo do esperado. A operação especial montada pela Prefeitura de Cuiabá tinha capacidade para atender quase 7 mil pessoas, mas apenas 633 usuários utilizaram (9,4%) a linha especial E01, criada exclusivamente para o evento.

De acordo com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública, foram ofertados veículos com saídas a cada cinco minutos em direção ao parque. Ao longo do período do evento, foram realizadas 86 viagens de ida e volta, o que garantia uma oferta total de 6.966 vagas. No entanto, a demanda registrada não chegou a 10% da capacidade disponibilizada, já que a maioria dos participantes optou por se deslocar em veículos próprios.

A logística de transporte e trânsito foi planejada com o objetivo de minimizar os impactos viários, especialmente pelo fato de o Parque Novo Mato Grosso contar com apenas uma via de acesso, sem rotas alternativas. Segundo a equipe da Secretaria de Mobilidade Urbana e Segurança Pública, a estratégia buscava justamente reduzir congestionamentos e facilitar o acesso dos corredores ao local da largada.

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Ao comentar o congestionamento quilométrico registrado na região, a secretária de Mobilidade Urbana, Francyanne Lacerda, afirmou que não houve falhas na operação por parte da pasta. “A operação de trânsito e de transporte público foi planejada e não houve falhas. Fizemos a previsão de ônibus suficientes para atender a todos que optassem pelo transporte público. No entanto, a maioria das pessoas optou por ir de carro próprio. Desde o início, nossos profissionais alertaram sobre a possibilidade dessa situação, diante da grandiosidade do público e do horário previsto para o início”, destacou.

A secretária também ressaltou a particularidade do evento esportivo em relação a outras atrações. “A Corrida de Reis é diferente de um show, em que a pessoa pode se atrasar e ainda aproveitar. Perder a largada de uma corrida, para um participante que se preparou, é desolador”, concluiu.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura abre auditoria para investigar pagamento irregular de iluminação em condomínios e descarta nova taxa

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A Prefeitura de Cuiabá instaurou uma auditoria, por meio da Controladoria-Geral do Município, para apurar pagamentos irregulares de iluminação em vias internas de condomínios fechados nos últimos cinco anos. Os valores apurados serão encaminhados ao Ministério Público para buscar o ressarcimento aos cofres públicos, e a administração reitera que não há qualquer criação ou cobrança de nova taxa para a população.

Em coletiva realizada nesta quarta-feira (23), o prefeito Abilio Brunini explicou que a medida cumpre estritamente a legislação federal e municipal, que proíbe o uso de dinheiro público para manutenção de áreas privadas.

“Não existe nenhuma taxa sendo criada ou aplicada. A prefeitura não está cobrando nada dos condomínios nem repassando custos. O que a lei determina é simples: dinheiro público não pode pagar conta de energia dentro de propriedade privada”, destacou o prefeito.

Fundamentação Legal e Auditoria

A irregularidade foi descoberta durante um trabalho técnico da Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana (Limpurb) para a substituição de lâmpadas antigas por tecnologia LED. Durante o mapeamento dos pontos, os técnicos constataram que a iluminação de vias internas de condomínios fechados estava sendo faturada para o município.

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A prática fere o artigo 189 da Resolução nº 1.000/2021 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que veda expressamente o enquadramento de vias internas de condomínio na classe de iluminação pública.

O município ressalta que a relação de fornecimento de energia elétrica dentro dessas propriedades é exclusiva entre a concessionária Energisa e os próprios condomínios. À Prefeitura cabe apenas exigir da concessionária a devolução dos recursos pagos indevidamente ao longo dos últimos cinco anos.

Durante o levantamento, a equipe técnica também identificou inconsistências em documentos apresentados no passado para autorizar as cobranças, incluindo suspeita de falsificação de assinatura de gestores. Todo o material auditado pela Controladoria será enviado ao Ministério Público Estadual (MPE) para que adote as providências cabíveis e garanta o retorno do dinheiro aos cofres municipais.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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