AGRONEGÓCIO

Uma das maiores iniciativas do Senar/MS retorna em março com diversas novidades


Entre as novidades, programa Agrinho será desenvolvido nas escolas públicas e particulares e terá site reformulado


Após 2 anos de pausa, devido à pandemia da Covid-19, o programa Agrinho do Senar Mato Grosso do Sul retornará este mês em novo formato, com o objetivo de despertar a consciência de cidadania nas crianças e jovens, tendo a ética e sustentabilidade como linhas condutoras de abordagem.

“Após o período de paralização, nós compreendemos a necessidade de modernizar toda a estrutura do programa para facilitar o acesso de alunos, professores e escolas participantes”, explica a gerente educacional do Senar/MS, Luciana Baumhardt Beretta.

Tendo foco na conexão campo-cidade e na busca por transformações da realidade local e de seus sujeitos sociais, o Agrinho será desenvolvido no ensino fundamental (I e II) das escolas da rede pública e privada de Mato Grosso do Sul.

Adesão de Escolas Particulares – Uma das maiores inovações é a adesão das escolas particulares, possibilitando a participação de mais instituições de ensino, levando o conhecimento e a importância da agropecuária para os alunos do ensino fundamental.

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As inscrições das escolas (Rede Pública e Privada de Ensino), que decidam aderir ao programa Agrinho 2022 estarão disponíveis pelo site a partir do dia 21 de março.

“Vale lembrar que no site agrinhoms.com.br, além de muitas informações referentes às cadeias produtivas, é possível encontrar história dos alimentos, origem da agricultura e os ecossistemas de Mato Grosso do Sul. Vale a pena conferir”, finaliza, Beretta.

Concurso Agrinho MS 2022 – O site que será a principal ferramenta de utilização do Agrinho, está modernizado, mais interativo e com todas as informações necessárias para o bom desenvolvimento dos trabalhos que participarão do Concurso Agrinho 2022. Além disso, também será a plataforma principal de comunicação entre as instituições.

O tema para o concurso deste ano será oficialmente lançado no site do Agrinho no dia 15 de março. Fique atento!

Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

Mistura maior de biodiesel e etanol entra na pauta do CNPE

O avanço dos biocombustíveis volta ao centro da política energética com a possibilidade de aumento da mistura obrigatória no diesel e na gasolina. A proposta de elevar o biodiesel para 17% (B17) e o etanol para 32% (E32) deve ser analisada na reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), marcada para a próximo próxima quinta-feira (07.05), e pode ampliar a demanda por matérias-primas do agro e reforçar a posição do País na transição energética.

A defesa do aumento foi formalizada por parlamentares ligados ao setor produtivo, em articulação da Coalizão dos Biocombustíveis. O grupo reúne lideranças da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e da Frente Parlamentar do Biodiesel, que veem na medida uma resposta à volatilidade dos preços internacionais de energia e uma oportunidade de expansão do mercado interno para combustíveis renováveis.

Na prática, a elevação das misturas tem efeito direto sobre cadeias como soja e milho — bases para a produção de biodiesel e etanol, ao ampliar o consumo doméstico e estimular novos investimentos industriais. Além disso, reduz a dependência de combustíveis fósseis importados, especialmente em momentos de alta do petróleo no mercado internacional.

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O Ministério de Minas e Energia (MME) já sinalizou apoio à ampliação da mistura de etanol. Segundo a pasta, testes técnicos validaram a viabilidade de avanço do atual patamar para o E32, dentro de uma estratégia que também busca levar o País à autossuficiência em gasolina.

Hoje, os percentuais obrigatórios estão em 30% de etanol na gasolina (E30) e 15% de biodiesel no diesel (B15), definidos pelo próprio CNPE. Qualquer alteração depende de deliberação do colegiado, que assessora a Presidência da República na formulação de diretrizes para o setor energético.

Além do impacto econômico, o argumento central do setor está na segurança energética. Com maior participação de biocombustíveis, o Brasil reduz a exposição a choques externos, como oscilações no preço do petróleo, que recentemente voltou a subir no mercado internacional e ganha previsibilidade no abastecimento.

O tema também tem peso ambiental. A ampliação das misturas contribui para a redução de emissões de gases de efeito estufa e reforça compromissos assumidos pelo País em acordos internacionais, ao mesmo tempo em que consolida a vantagem competitiva brasileira na produção de energia de base renovável.

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Por outro lado, a decisão envolve equilíbrio entre oferta, demanda e impactos sobre preços. O governo avalia o momento adequado para avançar, considerando o cenário de combustíveis, a capacidade produtiva do setor e os reflexos sobre inflação e abastecimento.

Se aprovado, o aumento das misturas tende a fortalecer a integração entre energia e agronegócio, ampliando o papel do campo não apenas como produtor de alimentos, mas também como fornecedor estratégico de energia no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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