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Sistema FAEMG promove o Ajuda Minas, nesta quinta-feira (3), às 14h


As fortes chuvas que assolaram Minas Gerais, nos últimos dois meses, atingiram milhares de propriedades rurais, causando danos diversos, que vão de estradas interrompidas a perda de animais e devastação de plantações. Diante disto, o Sistema FAEMG/SENAR/INAES/Sindicatos realiza, nesta quinta-feira (3 de fevereiro), o evento Ajuda Minas. A mobilização terá início às 14h, na sede, em Belo Horizonte, com transmissão ao vivo pelo Canal Rural (TV Aberta) e pelo YouTube do Sistema (www.youtube.com/sistemafaemg) e do Canal (www.youtube.com/canalruralbr).

O objetivo do Ajuda Minas é promover o encontro e diálogo para buscar soluções para os problemas enfrentados pelo campo. Na mobilização, estarão presentes representantes dos governos Federal e Estadual, do Senado, da Câmara e da Assembleia Legislativa, de entidades financeiras e de Sindicatos de Produtores Rurais. Será um grande esforço para a proposição de ações mais ágeis e eficientes para minimizar as graves perdas. Os produtores rurais mineiros também vão participar ativamente do evento, nos 10 escritórios do Sistema FAEMG, no interior.

Imprensa:
Os veículos de imprensa interessados em atuar na cobertura do Sistema FAEMG – Ajuda Minas devem credenciar suas equipes até 3/2 – 10h pelo (31) 3074.3100 / 3105.
 
Ative o lembrete do evento no Youtube:

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Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

Fracassa acordo no STF e disputa sobre Moratória da Soja volta a julgamento

O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a tentativa de construir um acordo entre produtores rurais, indústria, ambientalistas e Ministério Público sobre a Moratória da Soja. Sem consenso entre as partes, o Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) devolveu os quatro processos relacionados ao tema aos ministros relatores, abrindo caminho para a retomada do julgamento das ações, ainda sem data definida.

Em despacho assinado nesta sexta-feira (12.06), o juiz auxiliar da Presidência do STF e supervisor do Nusol, Álvaro Ricardo de Souza Cruz, afirmou que as reuniões realizadas entre abril e maio chegaram a criar um ambiente favorável à conciliação, mas houve recuo dos envolvidos, inviabilizando uma solução negociada.

“Durante as tratativas, instaurou-se amplo diálogo entre os envolvidos, tendo-se verificado, em determinado momento, ambiente propício à construção de solução consensual. Contudo, sobreveio recuo das partes, o que impossibilitou a composição”, registra o documento.

Segundo o STF, a tentativa de mediação não buscava discutir a constitucionalidade das leis estaduais questionadas, mas os efeitos práticos decorrentes de uma eventual decisão da Corte. A preocupação é evitar a multiplicação de disputas judiciais em diferentes instâncias após o julgamento das ações.

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As tratativas envolveram representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Ministério Público Federal e dos governos de Mato Grosso, Rondônia e Tocantins, além de partidos políticos autores das ações.

Com o fim da mediação, o Nusol reenviou as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7774, relatada pelo ministro Flávio Dino; 7775, sob relatoria de Dias Toffoli; e 7863 e 7959, ambas sob responsabilidade do ministro Luiz Fux.

As ADIs 7774 e 7775 questionam leis aprovadas em Mato Grosso e Rondônia que retiraram benefícios fiscais de empresas participantes de acordos privados, como a Moratória da Soja.

Criada em 2006, a Moratória da Soja estabelece que empresas signatárias não adquiram grãos produzidos em áreas do bioma Amazônia desmatadas após 2008, ainda que a abertura das áreas tenha ocorrido dentro dos limites previstos pela legislação ambiental.

A disputa ganhou novo capítulo após a entrada em vigor, no início de 2026, da lei de Mato Grosso que impôs restrições às tradings participantes do acordo. A medida contribuiu para o esvaziamento da Moratória, com a saída da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e das empresas associadas.

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No fim do ano passado, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão de todas as ações judiciais e administrativas relacionadas à Moratória da Soja, incluindo processos que pedem indenizações. Em uma dessas ações, produtores rurais de Mato Grosso reivindicam ressarcimento superior a R$ 1 bilhão. O setor também acionou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), acusando as tradings de formação de cartel.

A tentativa de mediação havia sido anunciada em março, durante o julgamento das ações pelo plenário do STF. Com o fracasso das negociações, caberá agora aos ministros dar prosseguimento à análise do caso.

Fonte: Pensar Agro

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