AGRONEGÓCIO

Rede LFDA realiza primeira edição do programa “De Portas Abertas”

Voltada à comunidade acadêmica, a Rede de Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) promoveu a primeira edição do programa “LFDA de Portas Abertas”. A ação teve como objetivo aproximar os estudantes e professores das atividades realizadas pelos laboratórios da Rede, apresentando a infraestrutura, os temas estratégicos e o papel da análise laboratorial na garantia da sanidade agropecuária e da segurança dos alimentos no Brasil.

Durante dois dias, aproximadamente 350 visitantes participaram da programação, que incluiu apresentações institucionais e visitas guiadas aos laboratórios. Eles tiveram a oportunidade de conhecer de perto atividades relacionadas à vigilância de doenças animais e vegetais, controle de resíduos, identificação de pragas, entre outros temas. Algumas unidades também promoveram demonstrações de técnicas laboratoriais em ambientes controlados, como classificação de vegetais e visualização de culturas microbiológicas.

“Por meio dessa ação, a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Mapa reafirma seu compromisso com a transparência, a formação científica e a valorização dos profissionais que atuam na defesa agropecuária”, destacou o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart.

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Para garantir a segurança e o controle de acesso às unidades, todos os participantes realizaram previamente sua inscrição por meio de formulários online, com envio de documentação pessoal, conforme as diretrizes de proteção adotadas pela Rede.

As visitas foram organizadas em turnos, com duração máxima de quatro horas, e respeitaram normas específicas de biossegurança e proteção de informações sensíveis. Os encontros foram realizados nos dias 6 e 8 de maio.

Uma nova edição do programa está prevista para outubro.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIO

El Niño 2026: saiba detalhes sobre o monitoramento, previsões e os possíveis impactos do fenômeno no Brasil

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (CEMADEN), o Serviço Geológico do Brasil (SGB) e a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC) divulgaram nesta segunda-feira (29), o Boletim nº 1 com o objetivo de apresentar o monitoramento, previsões e os possíveis impactos do El Niño no Brasil em 2026.

O documento é resultado do trabalho realizado em parceria pelos órgãos nacionais e oficiais sobre monitoramento, regulação do uso das águas, gestão de riscos e previsão do clima e tempo. Mensalmente, o conteúdo será atualizado para disponibilizar informações acerca do fenômeno e, assim, apoiar os órgãos federais e estaduais além de contribuir para a tomada de decisões governamentais referentes ao País.

De acordo com o boletim, em junho de 2026 as condições observadas de temperatura da superfície do mar mostram um padrão típico do fenômeno El Niño. Este padrão se apresenta na forma de uma faixa de águas quentes em grande parte do Oceano Pacífico Equatorial que, próximo à costa da América do Sul, são superiores a 2°C.

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Previsão para os próximos meses

A previsão climática para o trimestre julho-agosto-setembro de 2026 indica, de forma geral, chuvas acima da média em áreas da Região Sul do Sul e, chuvas abaixo da média no centro-norte do País.

Ainda, as previsões indicam alta probabilidade de temperaturas acima de média no segundo semestre que, podem aumentar os eventos de onda de calor e a ocorrência de incêndios florestais.

Sobre a previsão da persistência do El Niño e sua intensidade, os modelos indicam probabilidade acima de 90% de permanência do fenômeno até, pelo menos o início de 2027, com alta probabilidade de ocorrência de um El Niño muito forte, quando as anomalias/desvios de temperatura da superfície do mar (TSM) no Oceano Pacífico Equatorial ficam acima de 2,0°C, entre a primavera e o verão de 2026.

Monitoramento contínuo e previsão de impactos

O boletim destaca a importância do acompanhamento das atualizações diárias e mensais dos órgãos para informações acerca de possíveis impactos na agricultura, níveis de rios e reservatórios prioritários além de riscos para inundações e deslizamentos.

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Importante também as recomendações e orientações da Defesa Civil Nacional, especialmente sobre as medidas de autoproteção para a população.

A atuação antecipada e coordenada entre os diferentes níveis de governo e instituições parceiras é fundamental para reduzir os impactos do fenômeno El Niño sobre a população brasileira. O monitoramento contínuo, o planejamento integrado e a adoção tempestiva de medidas de preparação e resposta constituem elementos essenciais para o fortalecimento da gestão de riscos e desastres no país.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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