AGRONEGÓCIO
Produtores podem pagar a contribuição sindical rural até dia 22 de maio
Os desafios dos últimos anos fortaleceram ainda mais os laços entre os produtores, a Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (FAES) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Unidos, soluções inovadoras para levar bem-estar por toda forma de alimento para as famílias brasileiras foram criadas.
Muitas conquistas no campo são alcançadas com o auxílio da Contribuição Sindical Rural (CSR). Por meio dela, a categoria rural se fortalece e impulsiona os Sindicatos Rurais e a Federação da Agricultura na defesa dos interesses rurais para promover capacitações e oportunidades para produtores rurais e suas famílias.
A contribuição é facultativa e pode ser realizada até o dia 22 de maio de 2022, para pessoa física e pessoa jurídica.
O presidente da FAES, Júlio Rocha, destaca que a Federação tem buscado parcerias com órgãos do agro capixaba e outras instituições, visando oferecer benefícios para quem está no campo, no trabalho incansável de produção de alimentos.
Uma importante conquista para os produtores rurais foi em prol da segurança no campo, em que a Federação propôs o Plano Estadual de Segurança Rural do Espírito Santo ao Governo do Estado e foi atendida. O lançamento do plano ocorreu dia 31/03.
“O plano é uma importante conquista para os produtores rurais, e reúne ações para minimizar os crimes nas regiões agrícolas, pleito defendido pela entidade, visando a segurança do homem do campo, com soluções mais ágeis e efetivas”, disse Júlio.
A Federação tem visitado as prefeituras municipais, junto com os Sindicatos Rurais, para viabilizar aproximação e parcerias para auxiliar os produtores das regiões. Também são realizados seminários para as lideranças do agro locais, onde recebem orientações sobre os benefícios da emissão de notas fiscais para os produtores rurais e também para os municípios.
Um projeto de atuação eficiente que está rodando desde 2021 é o Novo Sindicalismo, que consiste em um leque de serviços para os produtores e demais pessoas com valores diferenciados quando fechados com a Federação e os Sindicatos. São eles: certificação digital, diferentes tipos de seguros – rural, agrícola, de máquinas e equipamentos, de vida, residencial e de automóvel, consultoria de energia nas propriedades, para construção de usinas fotovoltaicas e economizar na conta de energia nas propriedades, além do Vale Mais, que consiste em um cartão para a compra de combustíveis com desconto para o produtor rural.
Uma oportunidade inédita de capacitação que visa ampliar as ações de atendimento aos pequenos negócios, com a utilização de soluções do Sebrae/ES nos municípios do Estado também está disponível por meio de um acordo de cooperação com o Sistema FAES / Senar-ES.
Contribuição Sindical Rural
Para realizar a contribuição, a CNA envia ao produtor rural uma guia bancária, já preenchida, com o valor da CSR. Caso ele não receba, a segunda via do boleto também pode ser emitida pela equipe da Federação da Agricultura, pelo e-mail [email protected] ou pelo telefones: (27) 3185-9208 e (27) 3185-9209.
A Contribuição Sindical Rural existe desde 1943 e é paga pelos produtores rurais, pessoa física ou jurídica, nos termos do Decreto-Lei n°. 1.166, de 15 de abril de 1971.
Fonte: Comunicação Faes/Iá Comunicação
AGRONEGÓCIO
Confronto armado e feridos em colheita judicial reforçam urgência por segurança jurídica
O cumprimento de uma ordem judicial para a colheita de safra em uma propriedade rural de Feliz Natal (cerca de 510 km da capital, Cuiabá) em Mato Grosso, na última sexta-feira (26.06), terminou em um confronto armado que deixou feridos e expôs a fragilidade dos protocolos atuais para a execução de mandados no meio rural.
O produtor rural Maikel Alan Tespesel, que estava acompanhado pela esposa e pelos dois filhos menores no momento da ocorrência, foi atingido por disparos de arma de fogo. O prestador de serviços contratado pela empresa credora também ficou ferido após ser atingido pela caminhonete do produtor. Ambos estão internados num hospital de Sorriso e passam bem.
O caso, que está sob investigação da Polícia Civil, coloca em debate o modelo adotado para o cumprimento de decisões judiciais que envolvem ativos agrícolas. A presença de empresas de segurança privada em diligências de alto risco, em vez de um aparato ostensivo das forças de segurança do Estado, é apontada por especialistas como um dos fatores que transformaram uma ação de natureza cível em um episódio de violência física.
A empresa credora da produção, contratou serviços de terceiros para realizar a colheita autorizada pela Justiça. Segundo informações da Polícia Militar, o conflito teve início quando houve uma tentativa de bloqueio do veículo do produtor. Os homens contratados pela empresa teriam efetuado disparos contra a caminhonete do produtor rural.
O episódio repercutiu negativamente no setor. A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) divulgou nota oficial repudiando a violência e defendendo uma investigação rigorosa. Para a entidade, disputas comerciais e execuções de ordens judiciais precisam observar protocolos estritos de legalidade, sendo inaceitável que o ambiente de produção se torne palco de confrontos que coloquem em risco a vida de produtores e suas famílias.
O incidente em Mato Grosso reforça um pleito antigo do setor agropecuário: a necessidade de garantir que decisões judiciais sejam executadas de forma técnica e segura. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) defende sistematicamente que o cumprimento de mandados judiciais em áreas rurais ocorra com apoio das forças de segurança pública, evitando que produtores e credores sejam submetidos a situações de risco iminente.
O episódio reflete um cenário de crescente tensão na zona rural brasileira. Dados do relatório ‘Conflitos no Campo Brasil 2025’, da Comissão Pastoral da Terra (CPT), apontam a ocorrência de 1.408 episódios de conflito no último ano, atingindo mais de 715 mil pessoas.
Estados como Mato Grosso, Pará e o Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) concentram as áreas de maior atrito, onde a expansão da fronteira agrícola e a complexidade na regularização de terras têm transformado disputas comerciais e possessórias em confrontos diretos.
Para a bancada do agronegócio, esses números evidenciam um vácuo de autoridade que exige solução urgente. A FPA sustenta que a insegurança jurídica e a falta de protocolos estaduais eficientes para o cumprimento de mandados judiciais impedem a pacificação no campo, transformando a resolução de litígios — que deveriam ser estritamente técnicos — em cenários de risco iminente para produtores, trabalhadores e seus familiares.
Fonte: Pensar Agro
-
POLÍTICA MT3 dias atrásPesquisa Percent Brasil consolida Paulo Araújo entre os deputados estaduais mais lembrados de Mato Grosso
-
Sinop6 dias atrás
Programa da Prefeitura de Sinop ajuda famílias de Sinop a realizarem o sonho da casa própria
-
POLICIAL7 dias atrásPolícia Civil prende investigado por descumprimento de medidas protetivas, ameaça e violência psicológica
-
POLICIAL6 dias atrásPolícia Civil deflagra operação e prende empresário e gestora em flagrante por “gato” em energia elétrica
-
POLICIAL5 dias atrásPolícia Militar prende foragido da Justiça de Alagoas com três mandados de prisão em aberto
-
POLÍTICA MT6 dias atrásMauro Mendes lança pré-candidatura ao Senado e defende endurecimento das leis e mudanças no STF – veja o video
-
POLÍTICA MT7 dias atrásDeputado Gilberto Cattani percorre municípios do Médio-Norte e ouve demandas da população
-
POLÍTICA MT3 dias atrásPrefeitos de Campo Verde e Colíder declaram apoio a Virginia Mendes e Mauro Mendes durante lançamento de pré-candidaturas

