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Produtores do Parque Aquícola Sucupira aprendem a diversificar produtos à base de pescados


O Sistema FAET/Senar promoveu o curso Beneficiamento e Processamento de Pescado para produtores rurais do Parque Aquícola Sucupira; Esses pescadores produzem em média 10 toneladas de peixe ao longo do ciclo de criação  produzindo espécies como: sucupira, piauçu, tilápia e tambaqui.

Com o campo promissor para o segmento, os produtores do Parque Aquícola Sucupira viram uma necessidade de agregar valor ao pescado. Enoque Ferreira, considera o curso o primeiro passo para começarem a comercializar produtos à base da proteína do peixe. Ele afirma que é preciso primeiro um planejamento e uma estruturação para avançarem nesse projeto “Aprender a fazer é o primeiro passo, depois vem a estruturação para começar a comercializar produtos prontos para o consumo.”

Produtora rural e feirante, Roseli Maria de Souza, perdia vendas por não saber a técnica para fabricar o filé de tilápia. Ele é o carro chefe no criatório e também um dos produtos mais procurados por seus clientes. Roseli encontrou no curso do Senar a oportunidade de aprender a manusear o produto que é tão almejado por seus clientes. “Eu estava precisando muito desse treinamento, vim aqui aprender a fazer o filé, e agora também sei fazer almôndegas, salgados, tortas, cremes tudo de tilápia”.

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Mais que conhecimento, o curso proporcionou valores, é o que comentou Maria Luiza Barbosa, que investe no turismo ecológico do parque, recebendo as pessoas que vão conhecer o local e também a forma de produção “A gente produz o peixe, mas desconhece a importância dele na nossa alimentação. Com esse curso vamos poder diversificar nosso trabalho, nossa alimentação e o mais importante, vamos poder ensinar para nossa comunidade a importância que tem o peixe do nosso criatório”, comenta com orgulho dos benefícios do seu pescado.

O Tocantins está na décima oitava posição no ranking nacional da piscicultura. Em 2021 a produção foi de 16.250 toneladas, dos quais, 250 toneladas só de tilápia.

Fonte: CNA Brasil

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Com colheita quase concluída, alta do dólar eleva cotações e anima o setor

A valorização do dólar frente ao real garantiu um dia de altas praticamente generalizadas para os preços da soja nas principais praças de comercialização do Brasil na quarta-feira (27.05). A moeda norte-americana encerrou o dia com avanço de 0,66%, cotada a R$ 5,06, fator que compensou a estabilidade e a leve variação negativa de 0,06% nos contratos de julho da oleaginosa na Bolsa de Chicago, que fecharam a US$ 11,8525 o bushel. O movimento cambial estimulou as cotações domésticas tanto nos portos quanto nas regiões produtoras do interior.

O movimento ocorre em um momento em que os trabalhos de campo no País estão praticamente encerrados, restando pouco espaço para oscilações bruscas decorrentes de quebras de oferta. De acordo com o acompanhamento do setor, a colheita da safra entrou na reta final, consolidando um quadro de grande disponibilidade de grãos.

Em termos de volume total, as projeções oficiais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam para uma colheita estimada em 153 milhões de toneladas neste ciclo. O volume assegura o abastecimento interno e o cumprimento dos contratos de exportação, o que tende a limitar o potencial de altas expressivas nas cotações sem o suporte direto do câmbio.

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Nos portos, o reflexo do avanço do dólar foi imediato. Em Paranaguá, o preço da saca de 60 quilos subiu R$ 1,00 em relação ao dia anterior, negociada a R$ 130,00. No terminal de Santos, o ganho foi de R$ 0,50, elevando a cotação para R$ 130,50. Já o porto de Rio Grande operou na contramão do movimento de alta e manteve a estabilidade, com a saca avaliada em R$ 128,00. No interior, os preços acompanharam a tendência dos portos paulista e paranaense, registrando valorização de R$ 1,00 nas praças de Ponta Grossa (R$ 125,00), Rondonópolis (R$ 111,00) e Luís Eduardo Magalhães (R$ 115,00).

A partir de agora, o mercado passa a concentrar as atenções na estratégia de comercialização do produtor, que vinha retendo o grão físico à espera de melhores margens de lucro. Com o tamanho da safra definido, o foco logístico migra para a pressão sobre as tarifas de frete rodoviário e para a disputa por espaço nos armazéns, que começam a receber os primeiros volumes da colheita de milho safrinha.

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Fonte: Pensar Agro

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