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Produtores de mandioca terão assistência técnica

Produtores rurais da cadeia produtiva de mandiocultura agora terão a oportunidade de serem atendidos pela Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT). Inicialmente, o programa será ofertado para dois grupos, um no município de Juína e outro em São José do Rio Claro.

O programa está na fase de definição da logística das propriedades. Os atendimentos individuais estão previstos para iniciar no dia 06 de junho, sendo que na primeira fase serão feitos diagnósticos de cada propriedade.

De acordo com o presidente do Sindicato Rural de São José do Rio Claro, Aparecido Rodrigues, a assistência técnica traz grandes benefícios a cada produtor atendido. “Na minha concepção é um dos melhores programas ofertados pelo Senar-MT porque o técnico vai até a sua propriedade, conhece os seus problemas, vê o que está acontecendo e juntos pensam em uma solução”.

Essa é a terceira frente da ATeG no município que já conta com frentes em bovinocultura de corte e fruticultura. Segundo o supervisor da ATeG, Tulio Marçal, a previsão é ampliar o atendimento para olericultura e outra frente de gado de corte. “Também estamos com essa demanda. Ela está na fase de credenciamento de técnicos e vamos atender assim que a documentação estiver completa”, explica.

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Em Juína, a mandiocultura é a quinta frente atendida pela ATeG que já conta com bovinocultura de corte, bovinocultura de leite, cafeicultura e olericultura. O município já solicitou demanda para apicultura e mais uma frente de bovinocultura de leite.

O presidente do Sindicato Rural de Juína, José Lino, mais conhecido como Cabeção, acredita que o programa tenha uma boa metodologia. “Ouvimos vários comentários de produtores que estão adorando. Acho que acertaram na maneira em que o programa é conduzido, porque o técnico vai lidar diretamente com o produtor rural”.

Dias de Campo – Com 14 cadeias produtivas e mais de três mil propriedades atendidas, a ATeG realizará 100 Dias de Campo entre os meses de junho e julho. Os primeiros ocorrerão nos dias 09, 10 e 11 do próximo mês.

No primeiro dia, será realizado Dia de Campo simultâneo em São José dos Quatro Marcos, na bovinocultura de corte, e em Comodoro, na cadeia de piscicultura. No segundo dia, os eventos serão em Araputanga, em bovinocultura de corte, e Nova Lacerda em piscicultura. No dia 11, será em São José dos Quatro Marcos, em olericultura.

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Selo
Fonte: CNA Brasil

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Com colheita quase concluída, alta do dólar eleva cotações e anima o setor

A valorização do dólar frente ao real garantiu um dia de altas praticamente generalizadas para os preços da soja nas principais praças de comercialização do Brasil na quarta-feira (27.05). A moeda norte-americana encerrou o dia com avanço de 0,66%, cotada a R$ 5,06, fator que compensou a estabilidade e a leve variação negativa de 0,06% nos contratos de julho da oleaginosa na Bolsa de Chicago, que fecharam a US$ 11,8525 o bushel. O movimento cambial estimulou as cotações domésticas tanto nos portos quanto nas regiões produtoras do interior.

O movimento ocorre em um momento em que os trabalhos de campo no País estão praticamente encerrados, restando pouco espaço para oscilações bruscas decorrentes de quebras de oferta. De acordo com o acompanhamento do setor, a colheita da safra entrou na reta final, consolidando um quadro de grande disponibilidade de grãos.

Em termos de volume total, as projeções oficiais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam para uma colheita estimada em 153 milhões de toneladas neste ciclo. O volume assegura o abastecimento interno e o cumprimento dos contratos de exportação, o que tende a limitar o potencial de altas expressivas nas cotações sem o suporte direto do câmbio.

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Nos portos, o reflexo do avanço do dólar foi imediato. Em Paranaguá, o preço da saca de 60 quilos subiu R$ 1,00 em relação ao dia anterior, negociada a R$ 130,00. No terminal de Santos, o ganho foi de R$ 0,50, elevando a cotação para R$ 130,50. Já o porto de Rio Grande operou na contramão do movimento de alta e manteve a estabilidade, com a saca avaliada em R$ 128,00. No interior, os preços acompanharam a tendência dos portos paulista e paranaense, registrando valorização de R$ 1,00 nas praças de Ponta Grossa (R$ 125,00), Rondonópolis (R$ 111,00) e Luís Eduardo Magalhães (R$ 115,00).

A partir de agora, o mercado passa a concentrar as atenções na estratégia de comercialização do produtor, que vinha retendo o grão físico à espera de melhores margens de lucro. Com o tamanho da safra definido, o foco logístico migra para a pressão sobre as tarifas de frete rodoviário e para a disputa por espaço nos armazéns, que começam a receber os primeiros volumes da colheita de milho safrinha.

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Fonte: Pensar Agro

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