AGRONEGÓCIO

Mapa participa de operação contra sementes irregulares no Rio Grande do Sul

Entre os dias 26 e 29 de agosto, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) integrou a Operação Semente Segura II, realizada no Rio Grande do Sul em parceria com a Polícia Civil e a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do estado (Seapi). A ação teve como foco a fiscalização de sementes e insumos agrícolas comercializados de forma irregular.

A operação foi conduzida no âmbito da Ronda Agro XCVI, parte do Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária para Fronteiras Internacionais (Vigifronteiras), e envolveu a inspeção de 27 propriedades rurais em 15 municípios gaúchos, incluindo Jari, Júlio de Castilhos, Tupanciretã, Entre-Ijuís, Giruá, São Luiz Gonzaga, Santiago, Boa Vista das Missões, Pinhal Grande, Condor, Cruz Alta, Palmeira das Missões, Estrela Velha e Arroio do Tigre.

Durante as fiscalizações, foram inspecionados produtores de culturas como soja, aveia, centeio, feijão e azevém. A ação resultou na apreensão de aproximadamente 3 mil toneladas de sementes em situação irregular, além da emissão de diversos autos de infração. O prejuízo estimado aos infratores é de cerca de R$ 35 milhões. As infrações serão apuradas em processos administrativos, que podem resultar em penalidades como advertência, multa e condenação das sementes apreendidas.

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A operação foi coordenada pela Divisão de Repressão aos Crimes Rurais e de Abigeato (DICRAB) da Polícia Civil, com participação do Mapa – por meio da Coordenação-Geral de Sementes e Mudas, do Serviço de Fiscalização de Insumos e Sanidade Vegetal e da Superintendência Federal no RS – e da Seapi. A iniciativa reforça a importância da atuação integrada entre os órgãos públicos para garantir a sanidade vegetal, a segurança alimentar, a proteção ambiental e o cumprimento da legislação agrícola.

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIO

Exportações do agro atingem R$ 29,6 bilhões o primeiro quadrimestre

As exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançaram R$ 29,6 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, consolidando o estado como o terceiro maior exportador do setor no País, com uma fatia de 10,6% de toda a receita cambial da agropecuária nacional.

Entre janeiro e abril, as fazendas e agroindústrias mineiras embarcaram 4,8 milhões de toneladas de produtos. De acordo com o balanço oficial da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o resultado reafirma a robustez do campo mineiro e a ampla inserção global do estado, que conseguiu acessar mais de 160 países com uma cesta diversificada de 500 produtos diferentes.

O grande destaque positivo do período ficou com o segmento de carnes, que despontou como o principal vetor de crescimento ao faturar R$ 2,94 bilhões com o envio de 160 mil toneladas ao exterior. O avanço de 8,2% na receita das proteínas foi impulsionado pela valorização da carne bovina no mercado internacional. A expansão das carnes e o desempenho favorável de setores como sementes, algodão, papel, frutas e bebidas comprovam que o estado avança na diversificação de sua pauta, criando defesas contra as oscilações de preços das commodities tradicionais.

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A escala exportadora confere ao estado a liderança isolada em mercados de nicho e produtos de alto valor agregado. O agronegócio mineiro responde atualmente por 71% de todas as exportações brasileiras de café, além de deter 30,5% das vendas externas de produtos apícolas, 20,4% de lácteos, 12,8% de rações para animais e 11,9% de produtos hortícolas, leguminosas e tubérculos. Essa capilaridade garante receita estável ao produtor e mantém o interior do estado dinâmico economicamente.

No mapeamento dos destinos internacionais, a União Europeia manteve a posição de principal parceiro comercial das frentes agrícolas mineiras, absorvendo R$ 8,67 bilhões, o equivalente a 29,6% da pauta total do quadrimestre. Embora o café represente a quase totalidade das compras do bloco, os produtos florestais registraram um salto de 42,8% e os embarques de carnes mais do que dobraram para o mercado europeu.

Já os países do Mercosul movimentaram R$ 418,2 milhões, registrando uma expansão de 10,1% no volume físico importado. A Argentina liderou as compras intrabloco com 63,2% de participação, absorvendo uma cesta diversificada de produtos de consumo como chocolates, lácteos e alimentos processados.

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O balanço do quadrimestre absorveu as acomodações de preços e volumes nas cadeias de maior peso, que registraram faturamentos expressivos apesar das bases comparativas elevadas do ano anterior. O café gerou uma receita de R$ 16,32 bilhões com o embarque de 7,4 milhões de sacas, enquanto o complexo soja garantiu a vice-liderança da pauta com R$ 5,81 bilhões injetados na economia mineira a partir do comércio de 2,71 milhões de toneladas. O complexo sucroalcooleiro complementou a receita externa do estado com R$ 1,37 bilhão faturados no período, consolidando o agronegócio como o principal motor produtivo do estado no comércio global.

Fonte: Pensar Agro

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