AGRONEGÓCIO

Mapa e Sedcon-RJ realizam operação para identificar fraudes em azeites de oliva

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com a Secretaria de Defesa do Consumidor do Estado do Rio de Janeiro (Sedcon-RJ), realizou uma ação conjunta para identificar possíveis fraudes em azeites de oliva oferecidos em restaurantes e praças de alimentação.

A operação, conduzida pelo Serviço Regional de Operações Avançadas de Fiscalização e Combate a Fraudes do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) e pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária no Rio Grande do Sul (LFDA/RS), teve como foco avaliar a qualidade e a identidade dos produtos disponibilizados diretamente ao consumidor.

Entre as práticas irregulares mais frequentes é a reutilização de garrafas como refil. Nesse caso, o rótulo não corresponde ao conteúdo: o azeite extravirgem anunciado pode ser substituído por óleos de menor qualidade ou até mesmo de outras categorias.

De acordo com o auditor fiscal federal agropecuário, Kléber Basso, a fraude engana o consumidor e oferece riscos. “Muitas vezes o cliente acredita estar consumindo azeite de oliva extravirgem, mas, na realidade, está recebendo outro tipo de óleo, de qualidade inferior e procedência duvidosa”, afirmou.

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Além da fiscalização, a iniciativa teve caráter educativo, buscando conscientizar consumidores e proprietários de restaurantes sobre a importância da correta identificação do produto. Um dia de treinamento também foi promovido para equipes de fiscalização. O Mapa apresentou as ações realizadas em todo o país no combate à adulteração do azeite, enquanto a Embrapa Agroindústria de Alimentos demonstrou aspectos sensoriais que ajudam a identificar características autênticas e possíveis irregularidades.

As amostras coletadas serão analisadas pelo LFDA/RS em conjunto com a Embrapa, com resultados previstos para outubro. O trabalho reforça o compromisso do Mapa em proteger o consumidor e valorizar o azeite de oliva de qualidade no mercado brasileiro.

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIO

Ministro André de Paula se reúne com autoridades chineses para fortalecer cooperação no agro

O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, lidera missão oficial à China, entre os dias 17 e 21 de maio, com compromissos nas cidades de Xangai e Pequim.

Na agenda, reuniões com autoridades da Administração Geral das Alfândegas da China (GACC), participação na SIAL 2026 – considerada a maior feira de alimentos e bebidas da Ásia e uma das principais do mundo no setor – além de encontros com empresários brasileiros e chineses.

O objetivo desses encontros é ampliar a presença dos produtos do agronegócio brasileiro, identificar oportunidades de negócios e fortalecer a cooperação em temas sanitários e fitossanitários.

A China é o principal destino das exportações do agronegócio brasileiro. Em 2025, a China importou mais de US$ 55,3 bilhões em produtos agropecuários do Brasil, o equivalente a 32,7% do total exportado pelo setor. Entre 2019 e 2025, foram abertos 25 mercados para produtos brasileiros no país asiático, incluindo complexo soja, proteinas animais, gergelim, farinha de aves e suínos, DDG de milho, entre outros.

SIAL 2026

A agenda terá início em Xangai, onde o ministro participará da SIAL 2026, considerada a maior feira de alimentos e bebidas da Ásia e uma das principais do mundo no setor.

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Durante a programação, André de Paula visitará o Estande Brasil, organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), além de participar das inaugurações dos estandes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) e da Associação Brasileira de Proteina Animal (ABPA). A Sial Xangai ocupa uma área de cerca 220 mil metros quadrados, mais de 5 mil expositores de 75 países.

Nesta edição, o Brasil vai contar com um número recorde de empresas participantes. Serão 82 empresas expositoras distribuídas em cinco pavilhões brasileiros, organizados pela ApexBrasil e por parceiros setoriais. Essa presença supera a edição passada, quando 54 empresas participaram da feira. A expectativa é gerar US$ 3,3 bilhões em negócios imediatos e futuros.

O ministro também participará do encerramento do Seminário Brasil-China de Agronegócio e de encontros com representantes de cooperativas.

Reuniões

Em Pequim, a delegação brasileira terá reuniões com representantes da Administração Geral das Alfândegas da China (GACC), do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais e do Ministério do Comércio da China. As reuniões tratarão de temas relacionados à cooperação sanitária e fitossanitária, ampliação do comércio agropecuário e fortalecimento das relações institucionais entre os países. Há previsão da participação no “Diálogo Brasil–China sobre Finanças Verdes e Cooperação em Agricultura Sustentável” e ainda no seminário organizado pela ABPA.

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Informação à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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