AGRONEGÓCIO
Governo estende prazo para regularização fundiária na Amazônia
O editou um decreto que reabre o prazo para renegociação de contratos rurais inadimplentes vinculados à regularização fundiária em terras da União, especificamente na Amazônia Legal e em áreas sob a administração do INCRA.
Até então, o artigo 30 do Decreto nº 10.592/2020 estabelecia que beneficiários ou seus herdeiros, envoltos em contratos firmados até 22 de dezembro de 2016, tinham até o fim de 2021 para solicitar renegociação, sob risco de perder a propriedade. A nova norma, declarando vigor imediato, estende esse prazo para até agosto de 2030.
Além disso, contempla contratos assinados após 25 de junho de 2009: nesses casos, os beneficiários originais, herdeiros ou adquirentes de boa-fé que ocupam e exploram o imóvel agora têm cinco anos, a partir da publicação do novo decreto (8 de agosto de 2025), para regularizar a situação.
O que muda na prática com o novo prazo:
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A extensão até 2030 alcança contratos pendentes desde 2016, devolvendo a oportunidade que havia se encerrado;
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Inclusão de títulos firmados após 2009, permitindo que novos grupos regularizem suas posses dentro do prazo legal.
Isso beneficia várias famílias e pequenos produtores rurais que, até então, corriam o risco de perder suas propriedades por inadimplência. Agora, têm chance de negociar condições com órgãos fundiários federais e evitar a reversão da área.
A Amazônia Legal é uma região administrativa criada pelo governo brasileiro para planejar e coordenar políticas de desenvolvimento e preservação ambiental na Amazônia. Abrange nove estados: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão (parcialmente), Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.
Soma cerca de 5 milhões de km², o equivalente a 59% do território nacional, com mais de 28 milhões de habitantes. A região foi instituída pela Lei nº 1.806/1953 e reúne áreas estratégicas tanto para a produção agropecuária quanto para a conservação das florestas.
Fonte: Pensar Agro
AGRONEGÓCIO
Mapa chega à marca de 100 mil certificados fitossanitários eletrônicos emitidos
O Certificado Fitossanitário Eletrônico (ePhyto), utilizado para facilitar as exportações brasileiras de produtos de origem vegetal, ultrapassou a marca de 100 mil certificados emitidos.
A plataforma contabiliza, nesta terça-feira (19), 100.169 emissões para 130 países de destino, com participação de 31.298 empresas exportadoras, 201 recintos habilitados, entre portos e aeroportos, e 311 produtos certificados.
O sistema foi implementado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em 2024, em parceria entre a Subsecretaria de Tecnologia da Informação (TI) e a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), com o objetivo de promover maior agilidade e simplificação dos procedimentos relacionados ao comércio internacional de produtos vegetais brasileiros.
O ePhyto, termo que corresponde à abreviação de “electronic phytosanitary certificate”, é uma ferramenta eletrônica amplamente utilizada nas relações comerciais entre os principais mercados do mundo. Desenvolvida pela Convenção Internacional para a Proteção dos Vegetais (CIPV), a ferramenta busca facilitar o processo de certificação fitossanitária.
O certificado fitossanitário é o documento oficial que atesta que os produtos vegetais atendem aos requisitos fitossanitários exigidos pelos países importadores, comprovando que estão livres de pragas e doenças que possam representar riscos à agricultura e ao meio ambiente.
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