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ANP: Preço do etanol cai em 18 Estados e no DF

Conforme o levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas, os preços médios do etanol hidratado caíram em 18 estados e no Distrito Federal e subiram em outros cinco. Nos postos pesquisados pela ANP em todo o país, o preço médio do etanol passou de R$ 4,930 para R$ 4,680 o litro, com um  recuo de 5,07%.

Em São Paulo, a cotação média do etanol caiu em 4,13%, passando de R$ 5,080 para R$ 4,870 o litro. No Pará, unidade da federação com maior recuo percentual de preços na semana, a cotação reduziu em 12,44%, de R$ 4,020 para R$ 3,520 o litro.

Já o menor preço médio estadual foi registrado em Minas Gerais, de R$ 3,52 o litro, enquanto o maior preço médio estadual foi verificado em Roraima, de R$ 5,54. 

 Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no País subiu 6,12%. O Estado com maior baixa porcentual no período foi o Pará, com 39,93% de desvalorização mensal do etanol.

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Ao mesmo tempo, os preços no Amazonas e em Goiás ficaram estáveis e no Amapá não houve referência. O preço máximo na semana de R$ 6,290 o litro, foi observado no Rio Grande do Sul. 

Fonte: AgroPlus

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Obrigatoriedade de CNPJ é adiada: veja o que muda para o produtor

O produtor rural que atua como pessoa física ganhou mais tempo para se organizar com as novas regras da Reforma Tributária. A Receita Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços decidiram adiar a obrigatoriedade do CNPJ para emissão de notas fiscais: a regra só passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2027.

Até o final de 2026, nada muda na emissão das suas notas. O produtor rural vai continuar utilizando o mesmo sistema e a mesma identificação que já usa hoje para vender sua produção ou comprar insumos.

O governo admite que o sistema precisa ser mais simples e por isso adiou. Este tempo extra serve para que a Receita desenvolva uma plataforma totalmente digital, que seja fácil de usar e que já venha integrada à emissão da nota fiscal. A ideia é evitar que o produtor tenha que fazer cadastros complicados em vários órgãos diferentes.

O que o produtor deve:

 Embora o prazo tenha aumentado, não é hora de deixar o assunto de lado. As entidades do setor reforçam três pontos principais:

  1. Não confunda adiamento com cancelamento: A obrigatoriedade do CNPJ continua valendo para o futuro. Não trate isso como algo que “não vai mais acontecer”.

  2. Aproveite a transição: Use o tempo disponível para entender como essa mudança vai afetar sua contabilidade. O sistema novo deve ser mais simples, mas a exigência documental é real.

  3. Procure ajuda técnica: Se você tem dúvidas sobre como essa mudança afeta seu CPF ou sua atividade, consulte seu contador de confiança ou a assessoria jurídica da sua associação de classe.

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O importante é utilizar esse período para se adequar gradualmente, garantindo que, quando chegar 2027, o produtor já saiba exatamente o que fazer, evitando surpresas que possam travar a venda da safra ou a compra de insumos.

Fonte: Pensar Agro

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