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Polícia Civil cumpre mandados em investigação de esquema de corrupção em hospital de Campo Novo do Parecis

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (25.5), a Operação Silêncio Comprado, para cumprimento de 20 ordens judiciais dentro de investigações que apuram um suposto esquema de corrupção ligado à gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, no município de Campo Novo do Parecis.

As ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão, sequestro de bens e bloqueio de valores, medidas cautelares diversas da prisão, além de quebras de sigilo telefônico e telemático, foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Tangará da Serra.


Os mandados são cumpridos nos municípios de Campo Novo do Parecis, Arenápolis, e nas cidades de Barueri e Cotia, no estado de São Paulo, com foco na coleta de elementos probatórios, identificação da extensão dos fatos investigados e preservação do patrimônio público.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), apuram suposto esquema de corrupção envolvendo a tentativa de interferência nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito n.º 01/2025, instaurada para apurar possíveis irregularidades na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis.

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Entenda o caso

A CPI teve origem na repercussão de questionamentos envolvendo o atendimento prestado na unidade hospitalar, especialmente após a morte de uma jovem gestante do município de Campo Novo do Parecis, que teria apresentado complicações durante procedimento de parto cesáreo, sido encaminhada para Cuiabá e, posteriormente, vindo a óbito.

A partir desse caso, familiares e membros da comunidade passaram a questionar a estrutura do hospital, a prestação dos serviços, a gestão de recursos humanos e a regularidade da execução dos contratos de gestão da unidade hospitalar.


Início da investigação

As investigações da Deccor iniciaram após o recebimento de denúncia encaminhada pelo Ministério Público, relacionada à suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, bem como a possíveis irregularidades na execução de contratos de gestão do Hospital Municipal Euclides Horst.

Entre os fatos apurados estão indícios de pagamentos por serviços supostamente não prestados, emissão de notas fiscais fraudulentas ou ideologicamente falsas, movimentação irregular de recursos públicos e possível desvio de valores vinculados à administração da unidade hospitalar.

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De acordo com os elementos reunidos até o momento, há indícios, em tese, da prática de crimes contra a Administração Pública, especialmente corrupção ativa, sem prejuízo da apuração de outros delitos que possam ser identificados no curso das diligências.

Apoios operacionais

A operação contou com apoio operacional das equipes da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), Delegacia de Arenápolis, Delegacia de Campo Novo do Parecis e da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

Nome da operação

Silêncio Comprado faz referência à denúncia de suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, fato que deu origem à investigação.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, voltada ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Militar evita feminicídio e apreende seis armas de fogo em Alta Floresta

Policiais militares do 8º Batalhão evitaram um crime de feminicídio e prenderam um homem, de 44 anos, na noite desta segunda-feira (25.5), em Alta Floresta. O suspeito foi flagrado e detido com um revólver enquanto estava em direção à residência da ex-esposa. Na ação, a PM também apreendeu uma pistola e quatro espingardas, que pertencem ao criminoso.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 8º BPM recebeu denúncias da vítima, de 45 anos, que informou que seu ex-marido teria lhe mandado mensagens afirmando que estava indo em direção à Alta Floresta para lhe matar e em seguida tirar a própria vida.

Ainda segundo a vítima, desde o fim do relacionamento, no mês de janeiro, ela estava sofrendo diversas ameaças do suspeito, por meio de ligações telefônicas e mensagens de aplicativos e redes sociais. Ela ainda denunciou que o suspeito possuía diversas armas de fogo.

Diante das informações recebidas, as equipes policiais montaram uma barreira na MT-208, entre Alta Floresta e Carlinda, município de onde estava vindo o suspeito. Após alguns minutos, os militares pararam o veículo do homem, uma motocicleta Honda Bros vermelha.

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Na abordagem, foi encontrado um revólver de calibre .357 carregado com oito munições. Os policiais fizeram checagem do armamento e identificaram que ele não possuía documentação para porte da arma.

Em seguida, o suspeito foi informado da denúncia de que era dono de mais armas de fogo e encaminhou os militares até sua residência e local de trabalho, na cidade de Carlinda. Nos endereços, os militares apreenderam mais três espingardas e uma pistola de calibre .40, além de munições e cartuchos para todo o armamento.

O homem recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido para a delegacia de Alta Floresta e entregue à Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e demais procedimentos que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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