TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Resultado final de seleção para psicólogo e assistente social é divulgado em Paranatinga

O Poder Judiciário divulgou o resultado final do processo seletivo para credenciamento de profissionais de Psicologia e Assistência Social na Comarca de Paranatinga. A medida contribui para o fortalecimento do atendimento prestado à população, ampliando o apoio técnico às atividades judiciais.

O resultado foi publicado por meio do Edital nº 02/2026, assinado pela juíza de Direito e diretora do foro da comarca, Raiane Santos Arteman Dall’Acqua. A seleção segue as regras estabelecidas no Edital nº 08/2025 e nas normas administrativas que regulamentam o credenciamento desses profissionais para atuação junto ao Fórum da Comarca.

Na área de Psicologia, foram classificadas em cadastro de reserva as candidatas Maria Cristiane Ribeiro Lara e Lauana da Silva Santos. Dois candidatos foram desclassificados por não cumprirem exigências previstas no edital, como a apresentação de documentos obrigatórios.

Para a área de Assistência Social, foram classificadas em cadastro de reserva Juliete Gonçalves dos Reis Miranda, Rozeli Almeida da Silva, Thayssa Silva Almeida e Ana Paula Ramos Sabala Santiago. Uma candidata foi desclassificada por apresentar certidão negativa criminal fora do prazo de validade.

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Candidatos que desejarem recorrer do resultado final podem apresentar recurso no prazo de dois dias úteis após a publicação do edital no Diário da Justiça Eletrônico (DJe), exclusivamente pela internet, por meio do sistema indicado no documento. Recursos enviados fora do prazo não serão analisados.

O edital completo está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) da última sexta-feira (20 de março), nas páginas 15 e 50.

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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