MATO GROSSO

Bombeiros militares resgatam corpo de homem que se afogou no Rio Sepotuba

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou, neste domingo (1º.3), o corpo de um homem que se afogou no Rio Sepotuba, em Tangará da Serra (a 242 km de Cuiabá).

O CBMMT foi acionado na noite de sábado (28.2), via Centro de Operações 193, e também procurado presencialmente por familiares da vítima, após uma embarcação virar nas proximidades da Ponte do Calcário, no Rio Sepotuba.

Segundo informações apuradas no local, o homem submergiu após o incidente e não retornou à superfície.

Em razão do chamado ter sido no período noturno, e considerando a necessidade de maior segurança operacional e eficiência nas buscas, o início das operações foi programado para 5h30 da manhã do dia seguinte.

O corpo da vítima foi localizado na manhã de domingo por um pescador às margens do rio.

A equipe do CBMMT se deslocou até o ponto indicado, realizou o resgate e fez a entrega aos órgãos competentes para as providências legais cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Gisela celebra vitória da Seleção Brasileira mas chama atenção para avanço das apostas digitais

“Somos todos brasileiros e estamos felizes com a vitória da nossa seleção na busca pelo hexa. O que me chama atenção é a quantidade de anúncios de apostas aos quais somos expostos durante esses eventos”

A vitória da Seleção Brasileira sobre o Haiti, nesta última sexta-feira (19), renovou a esperança do tão sonhado hexacampeonato e levou milhões de torcedores a comemorarem mais um importante resultado da equipe na Copa do Mundo de 2026. A exemplo de milhões de brasileiros, a presidente do União Brasil em Cuiabá, Gisela Simona, também celebrou os três gols que garantiram o triunfo da equipe nacional. Mas, em meio à alegria pela campanha da Seleção, a dirigente aproveitou para lançar luz sobre outro fenômeno que vem ganhando cada vez mais espaço dentro do universo do futebol: a expansão das apostas esportivas online.

Em publicação nas redes sociais logo após a partida, e em podcast neste final de semana na Umanos Editora, Gisela observou que a presença das chamadas bets já se tornou praticamente inseparável das grandes transmissões esportivas, ocupando espaços na televisão, nos portais de notícias, nas redes sociais e nas mais diversas plataformas digitais.

“Somos todos brasileiros e estamos felizes com a vitória da nossa seleção na busca pelo hexa. O que me chama atenção é a quantidade de anúncios de apostas aos quais somos expostos durante esses eventos, muitas vezes sem refletirmos sobre os impactos que isso pode gerar na vida de milhares de famílias”, afirmou.

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Conhecida em Mato Grosso pela atuação na defesa do consumidor, área na qual construiu sua trajetória antes de chegar à Câmara Federal, Gisela avalia que a discussão sobre as apostas deixou de se restringir ao entretenimento e passou a envolver questões econômicas, sociais e de saúde pública.

Segundo ela, relatos de famílias afetadas pelo endividamento associado às plataformas de apostas têm se tornado cada vez mais frequentes. “Tenho acompanhado histórias de pessoas que perderam economias construídas ao longo de anos, assumiram dívidas e enfrentaram conflitos familiares decorrentes do comportamento compulsivo relacionado ao jogo”, observou.

Durante estes 33 meses de mandato na Câmara, o tema se tornou uma de suas principais pautas na área de proteção ao consumidor. Entre as propostas apresentadas está o Projeto de Lei nº 1561/2026, que busca ampliar mecanismos de proteção aos usuários e responsabilizar empresas que adotem práticas consideradas abusivas no ambiente digital.

Gisela também sustenta que as plataformas possuem acesso a dados suficientes para identificar padrões de comportamento que indiquem situações de vulnerabilidade financeira.

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“Ninguém aposta de forma anônima no ambiente digital. As operações passam por CPF, Pix, cartão ou conta bancária. As empresas sabem quem joga, com que frequência joga e quando esse comportamento começa a ultrapassar limites razoáveis”, argumenta.

Para Gisela, o debate não deve ser encarado, contudo, como uma crítica ao futebol ou às comemorações em torno da Copa do Mundo, mas como uma reflexão necessária diante de um mercado que cresce rapidamente e alcança milhões de brasileiros todos os dias. “O futebol continua sendo uma das maiores paixões nacionais. O que precisamos discutir é como garantir que essa paixão não seja acompanhada por mecanismos que estimulem o endividamento, a compulsão e o sofrimento de tantas famílias”, defende.

Em um cenário no qual clubes, campeonatos, atletas e influenciadores passaram a conviver cada vez mais próximos das plataformas de apostas, Gisela acredita que o avanço da regulamentação e da proteção ao consumidor deve caminhar na mesma velocidade da expansão do setor. “O desafio não é impedir que as pessoas façam suas escolhas. É garantir que elas sejam protegidas de práticas que podem transformar diversão em prejuízo financeiro e emocional”, conclui.

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