NACIONAL

Fundo da Marinha Mercante aprova projetos portuários com R$ 5,1 bilhões em investimentos

Nove projetos voltados à ampliação e modernização de portos brasileiros foram aprovados pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), por meio do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), durante a 12ª Reunião Extraordinária realizada nesta quinta-feira (12). O valor aprovado é de R$ 5,1 bilhões.

Os empreendimentos têm potencial para gerar 5.346 empregos diretos e ampliar a capacidade operacional dos portos, fortalecendo a infraestrutura logística nacional. Entre os projetos aprovados estão a modernização dos Terminais 16 e 17 no Porto de Santos, vinculados ao contrato de arrendamento da Operadora CLI Sul, com investimento de R$ 678,2 milhões, e a implantação de um novo Terminal de Uso Privado no Porto do Pecém, no valor de R$ 795,1 milhões.

O secretário executivo do Ministério de Portos e Aeroportos, e presidente do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), Tomé Franca, destacou a importância estratégica da aprovação. “Estamos falando de geração de emprego, renda e fortalecimento da economia nas regiões atendidas. O Fundo cumpre papel estratégico ao apoiar projetos que ampliam a capacidade logística do país”, afirmou.

Para o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, e conselheiro suplente do CDFMM, Otto Luiz Burlier, os recursos terão grande impacto regional.

Ao melhorar a infraestrutura portuária, abrimos espaço para novos negócios e mais oportunidades para a população. Investir em logística é investir no desenvolvimento regional
Otto Luiz Burlier

Já o secretário nacional de Portos, Alex Ávila, destacou o caráter estruturante da decisão. “A aprovação desses nove projetos pelo Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante representa um passo estruturante para a modernização da infraestrutura portuária brasileira. Estamos falando de R$ 5,1 bilhões em investimentos aprovados, com potencial de gerar mais de 5 mil empregos diretos e ampliar de forma concreta a capacidade operacional dos nossos portos. O FMM cumpre, assim, seu papel estratégico de alavancar empreendimentos que promovem desenvolvimento regional e elevam a competitividade do Brasil no comércio internacional”, concluiu.

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As intervenções tornarão as operações portuárias mais ágeis e organizadas, reduzindo atrasos e ampliando a capacidade de atendimento. Na prática, isso representa mais eficiência nos serviços, geração de empregos e estímulo à economia das regiões envolvidas.

Investimentos regionais
Além dos projetos em São Paulo e no Ceará, os recursos contemplam outras regiões do país. No Porto de Paranaguá (PR), foi aprovada a expansão e modernização do terminal PAR-09, com investimento de R$ 1,14 bilhão e previsão de 1.200 empregos diretos. No Porto do Pecém (CE), também foi autorizado o Terminal de Uso Privado da Nordeste Logística, com investimento de R$ 795,1 milhões e estimativa de 1.000 empregos diretos.

No Porto de Santana (AP), o investimento de R$ 127,8 milhões permitirá a implantação de sistema de armazenagem e expedição. Já no Porto de Aratu (BA), os projetos incluem novos silos e melhorias operacionais e estruturais.

Financiamento
O Fundo da Marinha Mercante apoia projetos voltados à infraestrutura naval e portuária do país. Ele é administrado pelo Ministério de Portos e Aeroportos e opera por meio de instituições financeiras como Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil (BB), Banco da Amazônia (Basa), Banco do Nordeste (BNB) e Caixa Econômica Federal.

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Após a aprovação, os projetos têm prazo de até 450 dias para contratar o financiamento, podendo haver prorrogação conforme as normas vigentes. O Fundo pode financiar até 90% do valor dos empreendimentos, de acordo com as regras estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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NACIONAL

MEC Idiomas: aprenda inglês e espanhol gratuitamente

O Ministério da Educação (MEC) lançou o MEC Idiomas, plataforma gratuita que disponibiliza oferta de cursos de inglês e espanhol com lições interativas, acompanhamento de progresso e certificados. A ferramenta já reúne 212.302 usuários ativos em todo o país.  

Dois formatos – portal e aplicativo – o MEC Idiomas é uma plataforma de aprendizagem bilíngue autoinstrucional do nível básico ao avançado que tem como objetivo ser o primeiro ponto de contato digital entre o estudante de línguas iniciante e o idioma de sua escolha, acompanhando seu aprendizado até níveis mais avançados.  

Inicialmente, os idiomas oferecidos são Inglês e Espanhol. As aulas estão organizadas em 6 níveis (A1 a C2); 4 a 6 módulos por nível, cada um deles com 10 a 15 aulas. Desde o lançamento, estão disponíveis cerca de 800 aulas.  

O MEC Idiomas oferece diversas ferramentas para os estudantes: teste de proficiência; trilha de aprendizagem (aula e reforço); teste ao fim dos módulos; fale e pratique; agente de Inteligência Artificial para dar apoio e tirar dúvidas e praticar conversação; e comunidades de aprendizado.   

Passo a passo para usar a plataforma:  

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• Basta acessá-lo via portal ou via aplicativo MEC Idiomas e fazer login com o Gov.br;   

• Escolher o idioma que quer aprender – inglês ou espanhol;   

• Fazer o teste de proficiência disponível que avalia o grau de conhecimento do estudante;  • Fazer os exercícios de fixação e de ‘gamificação’, ao final de cada aula, que incentivam a concluir aulas e módulos e passar de nível.   

Idiomas Sem Fronteiras (IsF) – o aplicativo está inserido no ecossistema do Idiomas Sem Fronteiras (IsF), compondo uma política de ensino bilíngue já consolidada. A parceria permite a oferta de cursos de especialização para a rede pública de ensino. A oferta dos cursos do IsF, que duram de 48 horas a três meses, acontece duas vezes ao ano. O intuito é melhorar os índices de proficiência e produções científicas. Serão disponibilizados R$ 1,68 milhão por ano para a iniciativa, que impactará 16 mil alunos por semestre. 

As ações da Rede IsF tem como objetivo central desenvolver uma política linguística nacional para o ensino superior, fortalecendo a formação de professores de línguas estrangeiras e promovendo a capacitação linguística de estudantes, docentes e técnicos administrativos das Instituições de Ensino Superior (IES). Também contempla a formação de estrangeiros em língua portuguesa e o apoio à capacitação de professores da Educação Básica. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC

Fonte: Ministério da Educação

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