TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Falsos oficiais de justiça usam WhatsApp para aplicar golpes; TJMT orienta população

Recebeu no WhatsApp uma mensagem com tom urgente, link para clicar, pedido de regularização de débito, de alguém se identificando como oficial de justiça? Cuidado, isso pode ser uma tentativa de golpe utilizando o nome de órgãos como o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e Receita Federal.

Pessoas têm sido abordadas em seus aplicativos de mensagens por supostos oficiais de justiça solicitando a confirmação de “informações de cadastro”. O roteiro do contato é feito para se assemelhar a uma intimação oficial, gerando uma preocupação imediata.

Fique atento!

– As mensagens de falsos oficiais de justiça no WhatsApp utilizam tons de urgência e links para induzir a vítima ao erro.

– Os golpistas abordam pessoas solicitando a confirmação de dados cadastrais sob o pretexto de uma intimação oficial.

– As mensagens fraudulentas costumam exibir fotos de brasões oficiais e dados reais da vítima, como CPF e endereço, para parecerem autênticas.

– A ausência de registro do oficial de justiça e o uso excessivo de letras maiúsculas são sinais de alerta.

Leia Também:  Práticas de inspeção em presídios são aprimoradas em capacitação a magistrados e servidores

– Prazos muito curtos para negociação e links suspeitos indicam uma tentativa de golpe.

O que fazer?

– Mantenha a calma ao receber contatos suspeitos para evitar decisões precipitadas.

– Não realize pagamentos, não clique em links e evite fornecer qualquer dado pessoal.

– Bloqueie o contato imediatamente após identificar a suspeita de fraude.

– Busque informações apenas pelos canais oficiais do Judiciário ou com seu advogado constituído.

– Sempre verifique a veracidade de qualquer cobrança antes de efetuar transferências financeiras

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

“Armário Solidário” transforma desapego em apoio a mulheres vítimas de violência

Mulheres vasculham pilhas de roupas coloridas sobre mesas. Em destaque, jovem de blusa preta e cabelos cacheados examina peça escura.Enquanto os números do ReciclaJud mostravam a força da sustentabilidade no Fórum de Várzea Grande, durante evento realizado nesta semana, uma nova iniciativa foi lançada com a proposta de ampliar essa corrente do bem. O projeto Armário Solidário vai arrecadar roupas, calçados, bolsas e acessórios para um bazar beneficente que terá toda a renda revertida para uma organização que acolhe mulheres vítimas de violência doméstica.

A campanha foi apresentada na terça-feira (09), durante a divulgação dos resultados parciais do ReciclaJud, ação que incentiva integrantes do Poder Judiciário a coletar e dar a destinação correta a materiais recicláveis. As doações ao Armário Solidário poderão ser feitas até 9 de setembro em pontos de coleta instalados no Fórum de Várzea Grande, Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Fórum de Cuiabá e Complexo dos Juizados. As peças arrecadadas passarão por triagem e curadoria antes da realização do bazar, marcado para o dia 8 de outubro.

De acordo com a gestora-geral do Fórum de Várzea Grande, Luciana Tolovi, a iniciativa reforça o compromisso da comarca com a sustentabilidade e a responsabilidade social. “Somos muito engajados nessa questão da sustentabilidade. E, para complementar esse trabalho, entendemos que também era importante investir em um viés social. Por isso estamos trazendo o Armário Solidário, com arrecadação de roupas que serão vendidas a preços simbólicos, e toda a renda será destinada a uma ONG que atende mulheres vítimas de violência doméstica”, destacou.

Leia Também:  Gestão Participativa une tribunais para melhorar as metas da Justiça

O projeto beneficiará a ONG Lírios – Liga de Reestruturação das Irmãs Ofendidas em seu Sentimento, instituição que oferece apoio psicossocial gratuito a mulheres e meninas vítimas de violência doméstica e familiar.

Sustentabilidade com impacto social

Mulheres percorrem araras e mesas repletas de roupas em salão amplo e iluminado. Ao fundo, plantas decoram o espaço movimentado.Assessora de magistrado e agente sustentável da comarca, Jéssica Lindaura explicou que a ação foi inspirada em uma experiência realizada pelo Tribunal de Justiça e amadurecida pela equipe local ao longo do último ano. “A gente pegou uma ideia legal e sustentável que o Tribunal de Justiça realizou em 2023 e conseguimos estruturar o projeto com mais calma neste ano. O Armário Solidário consiste na doação de roupas masculinas, femininas, acessórios, bolsas e calçados, que passarão por curadoria antes da realização do bazar”, explicou.

Segundo ela, nos primeiros momentos do evento, as vendas serão destinadas prioritariamente aos colaboradores terceirizados e estagiários, com peças comercializadas por valores acessíveis, entre R$ 5 e R$ 50.

Jéssica ressaltou que a escolha da entidade beneficiada também está alinhada ao propósito social da campanha. “Infelizmente, os índices de violência contra a mulher ainda são muito altos. Por isso buscamos uma ação que pudesse contribuir de forma concreta. A ONG desenvolve trabalhos de acolhimento psicológico, terapias, capacitações e até projetos ambientais, o que também dialoga com a proposta de sustentabilidade que defendemos”.

Leia Também:  Magistratura e Sociedade: Karnal afirma que lei não é vanguarda, mas retaguarda de mudança social

Além de estimular a solidariedade, a campanha busca incentivar a economia circular por meio da reutilização de peças em bom estado, transformando o desapego em oportunidade de ajudar quem mais precisa.

Fotos: Ednilson Aguiar

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA