NACIONAL
Complexo Fotovoltaico Babilônia Sul entra em operação e reforça geração de energia limpa na Bahia
O Complexo Fotovoltaico Babilônia Sul, localizado no município de Várzea Nova, na Bahia, entrou em operação comercial na última sexta-feira (16/01), reforçando a expansão da geração de energia limpa no país. Integrante do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), o empreendimento representa mais um passo estratégico na diversificação da matriz elétrica brasileira, com foco em fontes renováveis.
O complexo é formado por 96 unidades geradoras, distribuídas entre as usinas Fótons de São Claus 1 e 2. Juntas, elas somam 100 megawatts (MW) de capacidade instalada, com cada usina composta por 48 unidades geradoras de aproximadamente 1,04 MW cada. A garantia física do conjunto é de 27,40 MW médios, volume suficiente para atender milhares de residências.
Com investimento estimado em R$ 485 milhões, o projeto também teve impacto relevante na economia local. Para a implantação de um empreendimento deste porte estima-se a necessidade de quatro mil postos de trabalho diretos e indiretos para viabilizar um investimento desse porte.
A conexão do empreendimento à rede básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) ocorre por meio da Subestação SE 230 kV Ourolândia II.
Já o licenciamento ambiental foi conduzido pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema), órgão responsável por assegurar a conformidade do projeto com a legislação ambiental vigente. Com a entrada em operação do Complexo Babilônia Sul, a Bahia consolida sua posição de destaque na geração de energia solar no Brasil, contribuindo para uma matriz cada vez mais limpa, segura e sustentável.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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NACIONAL
Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados
As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop.
A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.
A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação.
Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares.
Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná.
Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo.
O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação
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