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São Paulo vence Portuguesa por 2 a 0 e garante vaga na próxima fase da Copinha
O São Paulo garantiu sua classificação para a terceira fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior ao superar a Portuguesa por 2 a 0, em partida disputada na noite desta terça-feira, no Estádio Walter Ribeiro. Os gols da vitória tricolor foram assinalados por Djhordney e Pedro Ferreira, confirmando a superioridade da equipe na competição.
Com o resultado, o time da capital paulista agora aguarda a definição de seu próximo adversário, que sairá do confronto entre Botafogo e São José, programado para ainda esta terça-feira.
Domínio tricolor e lances decisivos
Desde o início do jogo, o São Paulo demonstrou maior controle das ações. Na primeira etapa, o Tricolor esteve perto de abrir o placar em duas ocasiões perigosas, ambas originadas de cobranças de escanteio. A Portuguesa, por sua vez, tentou responder com Ruan Anselmo aos 12 minutos, mas o goleiro são-paulino João Pedro fez uma boa defesa, impedindo a abertura do marcador para a Lusa. Aos 29 minutos, o goleiro Paulo Cruz, da Portuguesa, brilhou ao realizar uma grande defesa em chute de Felipe, mantendo o empate.
O segundo tempo trouxe mais intensidade e os gols da partida. O São Paulo voltou do vestiário com ainda mais ímpeto e, aos 14 minutos, Paulinho carimbou a trave da meta adversária, mostrando que o gol estava próximo. Pouco depois, aos 18, Tetê teve uma excelente chance, mas finalizou para fora.
Gols que selaram a classificação
A persistência são-paulina foi recompensada aos 27 minutos. Em uma cobrança de escanteio, o goleiro Paulo Cruz se atrapalhou na saída do gol, deixando a meta livre para Djhordney empurrar para as redes e inaugurar o placar. A vantagem foi ampliada poucos minutos depois, aos 34, quando Lucyan puxou um contra-ataque rápido e serviu Pedro Ferreira, que finalizou com precisão, selando a vitória por 2 a 0.
Com a classificação assegurada, o São Paulo mantém vivo o sonho do título da Copinha, aguardando para enfrentar seu próximo desafio em busca da próxima fase do torneio de base mais cobiçado do Brasil.
| FICHA TÉCNICA | |
|---|---|
| São Paulo 2 x 0 Portuguesa | |
| Competição | Copinha – segunda fase |
| Local | Estádio Walter Ribeiro, Sorocaba, SP |
| Data | 13 de janeiro de 2026 (terça-feira) |
| Horário | 20h30 (de Brasília) |
| Gols |
|
| Cartões Amarelos |
|
| Cartões Vermelhos | Nenhum |
| Arbitragem |
|
| São Paulo | João Pedro; Igor Felisberto, Isac, Osorio e Matheus Ferreira (Samuel Jhonathan); Tetê (Hugo), Djhordney e Paulinho (Juan Potes); Pedro Ferreira (Bezerra), Gustavo Santana (Guilherme Reis) e Felipe (Lucyan) Técnico: Allan Barcelos |
| Portuguesa | Paulo Cruz; Firmo (Alex), Wellington (Khallil), Ernest Muñoz, Jotta; Romullo, Ruan Anselmo (Jonas), Kerlon (Magdalena); Jajá, Kauã Freire e Rian Lucas Técnico: Murilo Balbino |
Fonte: Esportes
ESPORTES
Alisson iguala marca histórica de Gylmar e Taffarel ao iniciar sua terceira Copa como titular
Ser titular da Seleção Brasileira em três Copas do Mundo da FIFA é para poucos. Entre os goleiros, apenas dois conseguiram a façanha: Gylmar, em 1958, 1962 e 1966, e Taffarel, nas edições de 1990, 1994 e 1998.
A partir do sábado (13), contra Marrocos, as duas lendas terão a companhia de um novo integrante no clube: Alisson Becker.
Titular absoluto da Seleção na última década, o goleiro do Liverpool chega a seu terceiro mundial, após participações em 2018 e 2022. Nas duas Copas do Mundo da FIFA anteriores, ele disputou nove jogos — ficou no banco apenas uma vez, contra Camarões, no Catar, quando Tite fez um rodízio em sua escalação.
O feito de Alisson é histórico e vem acompanhado de dois desafios: o primeiro é superar uma temporada em que sofreu quatro lesões. O segundo é igualar outro feito de Gylmar e Taffarel: os dois conquistaram o título da Copa do Mundo da FIFA.
Gylmar dos Santos Neves, ídolo do Santos e do Corinthians, foi campeão mundial em 1958 e 1962, jogando todos os jogos das duas campanhas. Em 1966, ele esteve nas duas primeiras partidas, mas foi substituído por Manga na derrota para Portugal, que eliminou a seleção ainda na fase de grupos.
Taffarel, por sua vez, consagrou-se com o tetracampeonato em 1994, disputando todos os minutos das sete partidas. Ele virou herói nacional na final contra a Itália, ao defender a cobrança de Daniele Massaro na disputa por pênaltis, vencida por 3 a 2.
O ídolo como treinador
Alisson chega ao momento especial na carreira caminhando lado a lado de Taffarel, uma das lendas que ele iguala em sua terceira Copa do Mundo da FIFA. O ídolo do tetra hoje é o treinador de goleiros da seleção e trabalha diariamente com o camisa 1.
Taffarel é, também, a maior referência de Alisson. No projeto “Cartas que Unem”, da FIFA, o atual goleiro da Seleçãorecebeu uma mensagem de seu irmão, Muriel Becker, que lembra as aventuras dos irmãos na infância.
Na carta, Muriel cita o ídolo em memórias sobre as Copas de 1994 e 1998 e presenteia Alisson com uma camisa de goleiro, como a que Taffarel usou nos Estados Unidos.
Temporada difícil
A presença de Taffarel é importante para Alisson no dia a dia, pela confiança que há entre ambos. Eles já trabalharam juntos no Liverpool, entre 2021 e 2025, além de quase uma década de parceria na seleção.
Além de questões técnicas nos treinamentos, Taffarel deu a Alisson a segurança de que ele teria seu espaço na seleção quando estivesse fisicamente bem. Esse apoio foi importante sobretudo na temporada 2025-26, quando o goleiro teve três lesões, a mais grave delas na coxa direita.
O problema físico tirou Alisson dos gramados por dois meses, entre março e maio deste ano. Ele só voltou a campo pelo Liverpool na última rodada da Premier League. Mas, na seleção, o clima nunca foi de corrida contra o tempo: a comissão técnica sempre esperou pelo seu titular.
“Temos uma boa relação. Antes de ser o treinador de goleiro dele no Liverpool há alguns anos, temos uma amizade muito boa. Sabemos da qualidade e do potencial dele, tanto dentro como fora de campo. É um líder com otimismo e vontade de vencer muito grande”, disse Taffarel à FIFA.
Subindo no ranking
Em sua terceira Copa do Mundo como titular da seleção brasileira, Alisson também deve ganhar posições na lista de goleiros brasileiros com mais jogos disputados no torneio.
Ele chega ao evento com 9 jogos disputados (são cinco em 2018, e quatro em 2022) e ocupa a quinta posição no ranking histórico. À sua frente, o gaúcho tem Taffarel (18 jogos), Gylmar (14) e Leão (14) e Júlio César (12).
Caso dispute as três partidas na fase de grupos, Alisson empatará com o ex-goleiro do Flamengo e da Internazionale. Caso a Seleção fique entre as quatro primeiras colocadas, serão oito jogos disputados — assim, o camisa 1 poderia chegar a 17 partidas, transformando-se no vice-líder da estatística.
Fonte: Esportes
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