CUIABÁ

Parque Tia Nair recebe evento natalino com chegada do Papai Noel

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), realiza nesta terça-feira (16), a partir das 16h, o evento “Natal no Parque”, com a abertura da decoração natalina, apresentação da nova fachada decorativa e a chegada do Papai Noel, criando um ambiente mágico para as crianças e para todos os visitantes do Parque Tia Nair.

O evento, realizado sem custo para o município, conta com parceria da zeladoria do Parque Tia Nair, localizado na Avenida Érico Preza, no bairro Jardim Itália. O espaço que já oferece opções gratuitas de lazer, como pista de caminhada e mirante com vista para o lago, será tomado pelo espírito natalino, com uma tenda decorada, presépio para fotografias e apresentação do Coral da Sorp.

Além disso, crianças de 6 a 14 anos atendidas pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) de Cuiabá também participarão do “Natal no Parque”. A iniciativa promovida pela Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão proporcionará uma experiência especial neste Natal por meio do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos.

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A programação tem início às 16h, com atividades voltadas para as crianças, seguido da apresentação do coral. A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, convida toda a população a participar da celebração. “Traga sua família e as crianças para celebrar o espírito natalino. O evento é gratuito”, destaca.

A chegada do Papai Noel está prevista para às 18h, prometendo encantar e alegrar a criançada.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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