TECNOLOGIA

MCTI realiza o 2º Fórum Nacional de Tecnologia Assistiva em Brasília

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) realiza entre os dias 2 e 4 de dezembro, em Brasília, o II Fórum Nacional de Tecnologia Assistiva. O encontro coincide com o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência e integra o ciclo de debates previstos na atualização do Plano Nacional de Tecnologia Assistiva (PNTA), regulamentado pelo Decreto nº 10.645/2021.

A abertura oficial, que ocorre nesta terça-feira (2), no Centro de Eventos do Brasília Imperial Hotel, em Brasília (DF). O evento é organizado pelo Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva (CITA), composto por MCTI, MDHC, MS, MDS e MEC. A programação inclui painéis técnico-científicos, grupos temáticos e atividades com representantes governamentais, pesquisadores, setor produtivo, instituições de ensino, organizações sociais e usuários de tecnologias assistivas.

Como parte da programação, na quarta-feira (3) a ministra do MCTI, Luciana Santos, fará a entrega de veículo adaptado ao Centro de Formação de Treinadores e Instrutores de Cães-Guia de Urutaí(GO), além da outorga de cães-guia a cinco usuários, ação vinculada ao programa Novo Viver Sem Limites.

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O Fórum apresentará debates distribuídos pelos cinco eixos do PNTA:

  • Pesquisa, Desenvolvimento, Inovação e Empreendedorismo
  • Capacitação de Recursos Humanos
  • Promoção da Cadeia Produtiva Nacional
  • Regulamentação, Certificação e Registro
  • Promoção do Acesso

Os interessados devem realizar sua inscrição através do formulário on-line.

Serviço:

II Fórum Nacional de Tecnologia Assistiva

Data: 2 a 4 de dezembro de 2025

Local: Centro de Eventos do Brasília Imperial Hotel —SHS Quadra 03, Bloco H, Asa Sul, Brasília (DF)

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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TECNOLOGIA

Projeto Entre Ciências seleciona seis propostas sobre sociobiodiversidade

Como cuidar melhor da floresta, da terra e da biodiversidade? Parte dessa resposta está no diálogo entre diferentes formas de conhecimento. Com o objetivo de fortalecer a participação de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na produção de conhecimento sobre a sociobiodiversidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai selecionar seis iniciativas para o projeto Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo.     

Foram avaliadas 60 propostas de arranjos de pesquisa colaborativa, envolvendo comunidades e academia, vindas de diferentes regiões da Amazônia e do Cerrado. Os trabalhos foram selecionados por uma comissão formada por especialistas e representantes das próprias comunidades, levando em conta não só critérios técnicos, mas também a diversidade dos territórios e protagonismo de mulheres, jovens e anciãos.  

Projetos selecionados 

  • Associação dos Seringueiros do Seringal Cazumbá. Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Acre (Ifac) — Campus Rio Branco;  

  • Associação Quilombo Kalunga. Parceiro acadêmico: Universidade de Brasília (UnB) – Programa de Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (Mespt) e Programa da Licenciatura em Educação do Campo (Ledoc); 

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  • Organização Baniwa e Koripako — NadzoeriParceiros acadêmicos: UnB, Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade de São Paulo (USP);  

  • Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão (Amim). Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Amapá;  

  • Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica. Parceiro acadêmico: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) — Campus Almenara; 

  • Coletivo Mulheres Retireiras do Araguaia. Parceiro acadêmico: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao MCTI, e Instituto Juruá.  

Com os novos arranjos selecionados, o projeto passa a apoiar oito experiências em diferentes territórios, ampliando uma rede que conecta ciência dos povos e comunidades com a ciência acadêmica, cultura e meio ambiente.  

Para a secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Andrea Latgé, a iniciativa reforça a importância de integrar diferentes formas de conhecimento na produção científica. “O Entre Ciências mostra que o conhecimento também nasce nos territórios. Ao valorizar saberes de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, fortalecemos uma ciência mais diversa e conectada aos desafios do País”, destaca.  

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O Entre Ciências aposta em uma ideia simples e poderosa: quem vive nos territórios também produz conhecimento. O projeto fortalece o papel de povos indígenas e comunidades tradicionais na pesquisa sobre biodiversidade, em temas prioritários para o próprio território, incentivando a parceria com atores acadêmicos comprometidos e com respeito às diferentes formas de conhecimento.  

Além do apoio aos projetos, a iniciativa oferece formação, bolsas para pesquisadores locais das comunidades, intercâmbios e suporte para a gestão de dados e informações produzidas pelas próprias comunidades. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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