MATO GROSSO
Produtores rurais de Paranaíta concluem formação em sistemas integrados de produção
O Plano de Capacitações em Sistemas Integrados de Produção Agropecuária, desenvolvido em parceria entre a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec-MT), a Aliança Sipa e a Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), foi encerrado na última terça-feira (11.11), no Assentamento São Pedro, em Paranaíta. O projeto teve início em junho e contou com seis módulos voltados à formação técnica de produtores locais.
A Sedec esteve presente no encerramento das atividades acompanhando o último módulo da capacitação voltada a produtores locais. A ação integra o Plano ABC+, que tem como objetivo incentivar práticas agropecuárias sustentáveis e de baixa emissão de carbono.
O foco é promover a adoção de sistemas integrados, como a Integração Lavoura-Pecuária (ILP), que alia o aumento da produtividade à preservação ambiental, contribuindo para o equilíbrio do solo e a redução dos impactos climáticos. O projeto faz parte da segunda fase do Programa REM MT e recebeu investimento de R$ 999.920,16 da Sedec.
As atividades do Projeto Aliança Sipa estão sendo desenvolvidas no Assentamento São Pedro, criado em 1997 como parte da política de reforma agrária. A área, de aproximadamente 35 mil hectares, abriga cerca de 3 mil pessoas distribuídas em 776 lotes. A principal atividade econômica local é a pecuária de corte, seguida pela produção de leite, que também contribui para a renda das famílias assentadas.
Piscicultura em foco
Após o encerramento do plano, a superintendente de Agronegócio e Energia da Sedec, Camila Bez Batti, se reuniu nesta quarta-feira (12) com o prefeito de Paranaíta, Osmar Mandacarú, para conhecer os projetos de desenvolvimento agropecuário da região. Entre os temas apresentados, destaque para as iniciativas voltadas à cadeia da piscicultura, uma das principais atividades produtivas do município e com potencial de expansão.
Ao avaliar os resultados do projeto e as perspectivas de desenvolvimento da região, a superintendente de Agronegócio e Energia da Sedec, Camila Bez Batti, destacou a relevância da iniciativa e o papel das parcerias locais na promoção de uma produção mais sustentável e integrada.
“Esse projeto é muito importante por mostrar, na prática, que é possível aliar produção eficiente com cuidado com o meio ambiente. Foi muito produtiva também a reunião com o prefeito e conhecer de perto o trabalho com a piscicultura, que tem um potencial enorme aqui em Paranaíta e pode movimentar bastante a economia local”, afirmou.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“O Hospital Metropolitano me deu uma nova chance de vida”, afirma paciente que passou por cirurgia bariátrica
O Hospital Metropolitano de Várzea Grande, mantido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), realizou 1.632 mil cirurgias de janeiro a abril de 2026. Dessas, 895 foram de ortopedia, 400 de cirurgia bariátrica e 109 de neurocirurgia. Neste período, o hospital já ofertou 14.535 consultas ambulatoriais, 183.325 serviços de diagnósticos e tratamentos,
“Além de ter um grande volume de atendimentos, o Hospital Metropolitano promove mutirões mensais de cirurgias de menor complexidade para atender a população com celeridade. São atendidos pacientes de Várzea Grande e de todo o Estado”, destacou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo
Ao longo do ano passado, foram realizadas 5.253 cirurgias, 49.129 consultas ambulatoriais e 532.007 serviços de diagnósticos e tratamentos.
O vendedor Anderson Luiz Niedack, 36 anos, teve uma experiência positiva no Hospital Metropolitano, onde passou por uma cirurgia bariátrica em novembro de 2025. Com 1,90m de altura, ele chegou a pesar 266 quilos e só conseguia se levantar para ir ao banheiro. Por isso, precisou ficar 47 dias internado em tratamento com psicólogos e nutricionistas da unidade para perder peso antes do procedimento.
“O Metropolitano me deu uma nova chance de vida. Eu não andava mais. Se eu ficasse sentado, me faltava o ar. Eu ia ao banheiro, que é do lado do meu quarto, e quando eu voltava, eu já estava sem ar, quase morrendo, por não conseguir respirar. No Metropolitano eu tive uma assistência tão grande, as enfermeiras se tornaram minhas amigas, elas todas me cuidavam muito bem. Eu era monitorado o tempo todo, olhavam a minha glicemia, mediam a minha pressão, perguntavam se eu estava bem, as refeições eram controladas por nutricionistas, e durante esse tempo eu perdi esses 18 quilos até conseguir fazer a cirurgia”, afirmou.
O paciente considera que recebeu no Hospital Metropolitano um tratamento digno de hospital particular. Ele conseguiu recuperar a mobilidade, a capacidade respiratória e a autonomia em atividades diárias.
Crédito: Arquivo Pessoal
“Hoje já tenho seis meses de cirurgia, já perdi 65 quilos, já consigo andar, já consigo ajudar a minha mãe nas atividades domésticas. Respiro bem. Hoje eu já consigo tomar banho em pé, eu já consigo fazer minhas necessidades fisiológicas, sem nenhuma dificuldade, então é realmente outra vida, o Metropolitano me deu uma segunda chance de vida, eu só tenho a agradecer a todos os profissionais de lá. Eu me senti no Hospital Metropolitano como se eu estivesse no hospital particular. Fui muito, muito bem tratado”, contou.
Conforme a diretora do Hospital Metropolitano, Cristiane de Oliveira, os mutirões dão mais qualidade de vida aos pacientes que precisam de procedimentos como colecistectomia (retirada de vesícula), hernioplastia (cirurgia de hérnia) inguinal e umbilical, fechamento de enterostomia (no abdômen) e hemorroida.
“Só neste ano, já fizemos 109 cirurgias gerais em mutirões, mas também realizamos muitos outros procedimentos cirúrgicos, inclusive a cirurgia bariátrica, que melhora muito a
O Hospital Metropolitano conta com 239 leitos operacionais, sendo 178 leitos de enfermaria, 50 leitos de UTI, cinco leitos de Recuperação Pós-Anestésica (RPA) e seis leitos de estabilização, além de cinco salas cirúrgicas e 14 consultórios.
A unidade tem perfil cirúrgico e é referência em ortopedia, traumatologia, cirurgia bariátrica e cirurgia geral.
A SES-MT investiu, desde 2019, R$ 61 milhões em adequações e reformas do Hospital Metropolitano, mantido pela SES-MT em Várzea Grande. Foram reformados Unidade de Terapia Intensiva (UTI), centro cirúrgico, Pronto Atendimento, Central de Material e Esterilização (CME), ambulatórios, administrativo, recepção, enfermarias e fachada. Em 2020, o hospital atuou como referência no enfrentamento à Covid-19, com a ampliação de leitos de enfermaria e de UTI.
Investimentos em Várzea Grande
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) tem investido para melhorar o atendimento em saúde da população de Várzea Grande, que teve os 159 anos comemorados na sexta-feira (15.5).
De 2019 até março de 2026, a SES-MT transferiu R$ 330 milhões em repasses obrigatórios e extraordinários ao município de Várzea Grande.
Desse total, foram R$ 113 milhões aplicados na Média e Alta Complexidade (MAC), R$ 54 milhões para leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), R$ 52 milhões para custeio, R$ 40 milhões para Unidade de Pronto Atendimento (UPA), R$ 22 milhões para investimentos e R$ 26 milhões para a execução do Programa Fila Zero na Cirurgia.
Além dos repasses obrigatórios ao município, a SES forneceu 19 equipamentos necessários para o funcionamento da nova Unidade de Coleta de Sangue e Hemocomponentes, inaugurada em novembro do ano passado pela Prefeitura de Várzea Grande, no bairro Cristo Rei.
Os itens incluem poltronas de coleta de sangue, leitores de código de barras, refrigerador para armazenamento de bolsas de sangue, bancadas, suporte de soro e freezer -30ºC, e totalizam o investimento de R$ 28.415.66. A SES ainda capacitou a equipe da nova unidade de coleta durante 12 dias.
“A população de Várzea Grande é muito bem-vinda para doar sangue na sede do MT Hemocentro na região central de Cuiabá, mas agora conta com uma unidade bem equipada e com uma equipe bem treinada para atendê-la no próprio município”, avaliou o diretor do MT Hemocentro, Fernando Henrique Modolo.
Fonte: Governo MT – MT
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