MATO GROSSO
Polícia Civil cumpre mandados contra engenheiro investigado por corrupção ativa
A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou nesta quarta-feira (12.11), a Operação Escudo Ambiental para cumprimento de dois mandados em desfavor de um engenheiro investigado por corrupção ativa.
A investigação é conduzida pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), e apura o crime praticado pelo profissional contra servidores da Secretária de Estado de Meio Ambiente (Sema).
As duas ordens judiciais foram cumpridas em um endereço residencial e na empresa do suspeito, nos municípios de Cuiabá e Nova Ubiratã (502 km ao norte da Capital).
Além das buscas a Justiça determinou outras medidas cautelares, sendo a proibição de contratar com o poder público, suspensão do exercício da atividade profissional, suspensão do registro estadual, monitoramento eletrônico, recolhimento de passaporte.
As diligências da Dema iniciaram em setembro deste ano, após denúncias de que servidores da Sema, vinham sendo assediados pelo engenheiro para que ignorassem intencionalmente as irregularidades existentes em áreas de terras de propriedades rurais localizadas na região Norte de Mato Grosso.
De acordo com a delegada titular da Dema, Liliane Murata, crimes contra a administração e servidores públicos ambiental não serão tolerados.
“A Polícia Civil reafirma o seu compromisso nas apurações e esclarecimentos dos fatos, objetivando levar segurança para a administração publica e para a sociedade mato-grossense como um todo”, destacou a Liliane Murata.
Nome da Operação
“Escudo Ambiental” faz menção aos instrumentos legais e institucionais voltados para a proteção de servidores perseguidos ou ameaçados por criminosos ligados a ilícitos ambientais e para a defesa do meio ambiente durante atividades de fiscalização e de combate as infrações e ilícitos ambientais.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Pontes de concreto substituem estruturas precárias de madeira em todas as regiões de Mato Grosso
O Governo de Mato Grosso executa um programa de substituição de pontes de madeira e eliminação de balsas em todo o Estado. O objetivo é superar obstáculos para o desenvolvimento da infraestrutura mato-grossense e garantir que pessoas, mercadorias e serviços essenciais possam circular com segurança durante todo o ano.
Desde 2019, o Governo do Estado já entregou 300 pontes de concreto em diferentes regiões de Mato Grosso. Outras 120 estruturas estão em construção. As novas pontes oferecem mais segurança aos usuários, suportam cargas maiores e são uma solução definitiva para a travessia de rios.
Além disso, até o fim de 2026, o Governo também vai chegar a 1.200 pequenas pontes de madeiras substituídas por aduelas de concreto ou bueiros metálicos, acabando com pontos críticos que frequentemente causavam interrupções no tráfego em estradas estaduais e municipais.
O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, lembra que as pontes de madeira sempre foram um obstáculo para o desenvolvimento de Mato Grosso. Elas exigem manutenção constante, apresentam restrições de carga e muitas vezes precisavam ser interditadas quando apresentavam problemas.
“Quando uma ponte de madeira caí, o trânsito é completamente interrompido. Em muitos municípios isso significa o isolamento de uma população inteira. Com as pontes de concreto o trânsito passa a ser permanente e confiável. Por isso, sempre digo que a construção de pontes de concreto é o maior programa e o maior legado do Governo de Mato Grosso”, disse.
Além de garantir que as pessoas possam trabalhar, estudar e continuar suas atividades, a construção de pontes de concreto também fortalece a logística do Estado, permitindo previsibilidade no escoamento da produção.
Entre as obras de destaque está a construção de uma ponte de 1.410 metros de extensão sobre o Rio Juruena. Essa ponte, no caso, vai substituir uma balsa que atualmente faz a travessia do rio em viagens de aproximadamente uma hora.
“Atualmente há uma balsa nesse Rio que leva quase duas horas para ir e voltar, levando um caminhão por vez. Essa balsa para de funcionar quando escurece e só volta no dia seguinte. Quando a ponte for entregue, todo esse percurso vai durar poucos minutos. Será um ganho logístico enorme para toda a região”, explicou o secretário.
Outro exemplo está na rodovia MT-060, a Transpantaneira, onde o governo já substituiu 47 pontes de madeira, seja por pontes de concreto ou por aduelas. Outras 41 estão ou em obras, ou em processo de licitação para a troca, o que vai acabar com todas as pontes de madeira da rodovia.
“Estamos substituindo estruturas que durante décadas limitaram o desenvolvimento de muitas regiões. As pontes de concreto, as aduelas e os bueiros metálicos garantem segurança, reduzem custos de manutenção e criam uma malha viária mais moderna e preparada para o crescimento de Mato Grosso”, concluiu o secretário.
Fonte: Governo MT – MT
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