TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
7ª Expedição Araguaia-Xingu inicia hoje a segunda etapa em Confresa e São Félix do Araguaia
Começa hoje (03 de novembro) a segunda etapa da 7ª Expedição Araguaia/Xingu! A caravana segue até o dia 14 de novembro levando justiça, cidadania, solidariedade, educação, saúde, ciência, cultura, esporte, sustentabilidade e diversos outros serviços aos moradores da Agrovila Jacaré Valente e do Distrito Veranópolis, em Confresa (1.100 km a noroeste de Cuiabá), e do Distrito Espigão do Leste, em São Félix do Araguaia (1.061 km a noroeste da capital).
Promovida pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Justiça Comunitária, a ação conta com o apoio de dezenas de parceiros das esferas municipal, estadual e federal, além da iniciativa privada. Ao longo das seis edições anteriores, a Expedição já realizou mais de 210 mil atendimentos, impactando positivamente a vida de milhares de pessoas.
A primeira etapa desta 7ª edição ocorreu de 3 a 10 de outubro, passando pelo distrito de São José do Couto, em Campinápolis (a cerca de 500 km de Cuiabá), e pelo município de Bom Jesus do Araguaia (a aproximadamente 800 km da capital).
Programação da segunda etapa da Expedição Araguaia/Xingu:
03/11 – Partida de Cuiabá
05 e 06/11 – Agrovila Jacaré Valente (Confresa) – Escola Municipal Jacaré Valente
08 e 09/11 – Distrito Espigão do Leste (São Félix do Araguaia) – Escola Municipal Alberto Nunes da Silveira
11 e 12/11 – Distrito Veranópolis (Confresa) – Escola Municipal Vereador Valdemiro Nunes de Araújo
13/11 – Retorno para Cuiabá
Autor: Assessoria
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Educação Antirracista: o que significa na prática?
O Comitê de Promoção da Equidade Racial do Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT) convida uma reflexão em sua campanha de letramento racial: entender que a construção de uma sociedade justa começa pelas salas de aula. E promover uma educação antirracista é:
Conhecer a história e valorizar a trajetória étnico-racial local e regional;
Valorizar saberes tradicionais e dar o devido espaço e respeito aos saberes afro-brasileiros, indígenas e quilombolas.
Educar é direito e dever
O conhecimento começa em enxergar o papel fundamental que os diferentes povos tiveram na formação da nossa sociedade brasileira.
Por isso, a Lei nº 10.639/2003 introduziu a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” na rede de ensino. E nela foi incluído o dia 20 de novembro como o Dia Nacional da Consciência Negra no calendário escolar.
Alguns anos depois, a Lei nº 11.645/2008 modificou a anterior para incluir a obrigatoriedade do estudo da “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena” nas escolas brasileiras.
Ah, essa obrigatoriedade é para as redes públicas e privadas de ensino. Acompanhe, cobre e seja você um agente transformador!
Entender o passado é o primeiro passo para transformar o presente e construir um futuro mais equânime.

Autor: Lídice Lannes
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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