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MPMT é destaque em premiação nacional com dois projetos vencedores

Dois projetos do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Projeto Estratégico “DTI na Estrada” e “SIMP 3.0 – Um novo sistema para uma nova realidade”, foram vencedores do Prêmio CNMP Edição 2025, reconhecendo iniciativas que se destacam em inovação e eficiência. A cerimônia de premiação ocorreu nesta quarta-feira (10), no auditório do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).O Projeto Estratégico “DTI na Estrada” conquistou o primeiro lugar na categoria Atuação Finalística XII – Capacitação e Treinamento. A iniciativa busca capacitar servidores e membros do MPMT no uso de ferramentas tecnológicas, apresentando funcionalidades dos sistemas e qualificando o público interno. Segundo o órgão, o projeto contribui diretamente para o aumento da produtividade e da eficiência organizacional.Outro destaque foi o “SIMP 3.0 – Um novo sistema para uma nova realidade”, reconhecido na categoria Atuação Administrativa I – Tecnologia da Informação. O Sistema Integrado do MPMT (SIMP) foi desenvolvido para fortalecer a atuação da área finalística, oferecendo ferramentas de produtividade inovadoras que promovem maior eficiência, integração e agilidade nos processos institucionais.O Prêmio CNMP reconhece programas e projetos de membros e servidores do Ministério Público brasileiro que apresentam resultados relevantes e contribuem para o aprimoramento institucional. O objetivo da premiação é agraciar os programas e projetos desenvolvidos por membros e servidores do CNMP e do Ministério Público brasileiro que se destacaram. Acesse o canal do MPMT no WhatsApp!

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Executor de advogado é condenado 33 anos de reclusão em Cuiabá

Alex Roberto de Queiroz Silva foi condenado, na quarta-feira (15), a 33 anos e 10 meses de reclusão, além de oito meses de detenção, em regime inicial fechado, pelo homicídio triplamente qualificado do advogado Renato Nery, ocorrido em Cuiabá, bem como pelos crimes de fraude processual qualificada e integração de organização criminosa. Durante o julgamento pelo Tribunal do Júri, o réu confessou a autoria do homicídio, mas negou ter integrado organização criminosa.O Conselho de Sentença acolheu a tese sustentada pelo promotor de Justiça Rodrigo Ribeiro Domingues e reconheceu que o homicídio foi praticado mediante promessa de recompensa, com emprego de meio que resultou perigo comum e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.Alex Roberto de Queiroz Silva foi o primeiro dos seis denunciados a ser submetido a julgamento pela morte do advogado, ocorrida em julho de 2024. Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), ele atuou como executor do homicídio, efetuando os disparos contra Renato Nery em frente ao escritório da vítima, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá. O crime teria sido cometido sob a coordenação do policial militar Heron Teixeira Pena Vieira, também denunciado pelo Ministério Público.As investigações conduzidas pelo Núcleo de Defesa da Vida apontaram que o assassinato foi precedido pelo monitoramento da rotina da vítima e por um planejamento prévio. Segundo o MPMT, a execução ocorreu em razão de uma disputa judicial em que Renato Nery havia obtido decisão favorável no litígio, circunstância apontada como motivação para o crime.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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