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Guarda Municipal intensifica fiscalização contra descarte irregular de resíduos

Com a ampliação da cobertura, ações irão coibir a formação de ‘lixões urbanos’ dentro da cidade e proteger o meio ambiente e a população várzea-grandense

A Guarda Municipal de Várzea Grande intensificou, com o uso das novas motocicletas, a fiscalização contra o descarte irregular de resíduos em áreas com difíceis acessos. Conforme o Secretário Municipal de Defesa Social, Louriney Silva, os veículos serão fundamentais para ampliar o perímetro de cobertura de fiscalização.

“Nossos atendimentos, a partir de agora, serão ainda mais ágeis. Vamos buscar cada vez mais recursos, ferramentas e outros materiais para aprimorar nosso atendimento ao cidadão várzea-grandense”, conta Louriney.

O comandante da Guarda Municipal, inspetor Juliano Lemos, relata que a ação visa coibir a implantação de grandes bolsões de lixo. Estamos nas ruas, diariamente, fiscalizando e orientando a população. Estas ações visam preservar o nosso meio ambiente, como também a saúde dos várzea-grandenses. Nossa missão é garantir uma cidade limpa e agradável para todos nós”, disse Lemos.

“Nossa Guarda Municipal, com o apoio da gestão Flávia Moretti e Tião da Zaeli, tem o compromisso com a população, seja na fiscalização ambiental, na fiscalização no trânsito, na segurança pública em geral, estamos nas ruas protegendo e preservando a vida”, declara Juliano.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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