CUIABÁ

Semob interdita ruas no entorno da Arena Pantanal durante Expo Estudantil 2025

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) vai interditar ruas próximas à Arena Pantanal, em Cuiabá, nesta terça-feira (26) e quarta-feira (27), durante a realização da Expo Estudantil 2025.

As vias bloqueadas serão a Rua Traçaia (setor Oeste) e a Rua Oir Castilho (Jardim Primavera, setor Norte). Os fechamentos ocorrerão em dois períodos: das 11h às 14h e das 17h às 19h, horários de maior fluxo de chegada e saída do público.

A medida foi tomada devido ao grande volume de ônibus que fará o transporte de estudantes. A previsão é que 300 ônibus circulem diariamente, transportando cerca de 15 mil alunos de mais de 500 escolas.

Equipes da Semob estarão posicionadas para orientar o tráfego e garantir a segurança dos condutores, em apoio à organização do evento, promovido pelo Governo do Estado por meio da Secretaria Estadual de Educação (Seduc).

Segundo a secretária adjunta de Mobilidade Urbana, Regivânia Alves, o trabalho conjunto é fundamental para manter a ordem no trânsito.

“A atenção dos cidadãos, especialmente os motoristas, é fundamental para que tudo transcorra dentro da previsibilidade. Nossos agentes não medirão esforços para que o sucesso do evento conte também com um trânsito ágil e seguro”, destacou.

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#PraCegoVer

A imagem mostra um veículo da Semob em frente ao sistema semafórico, indicando que a via está bloqueada para veículos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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