POLÍTICA NACIONAL

Indicado para diretoria da ANP é confirmado no Plenário

O Plenário do Senado confirmou, nesta terça-feira (19), a indicação de Pietro Adamo Sampaio Mendes para compor a diretoria da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Foram 46 votos favoráveis e apenas um contrário.

Mais cedo, o nome de Pietro Mendes foi aprovado em sabatina na Comissão de Infraestrutura (CI). A mensagem de indicação (MSF 83/2024) foi relatada pelo senador Laércio Oliveira (PP-SE).

Ao longo de sua carreira, Mendes atuou em áreas estratégicas e técnicas do setor energético, com ênfase em petróleo, gás natural e biocombustíveis, além da formulação de políticas públicas e gestão institucional.

Na ANP, ele foi superintendente adjunto de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos no período de outubro de 2017 a maio de 2018, entre outras funções.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova projeto que proíbe armas para quem tem medida protetiva

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou, em maio, projeto de lei que proíbe a concessão de posse, porte e compra de armas de fogo e munições para pessoas que tenham medidas protetivas de urgência deferidas.

O texto aprovado é a versão do relator, deputado Alberto Fraga (PL-DF), para o Projeto de Lei 269/26, da deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP).

Fraga mudou o texto original para manter o tratamento dado anteriormente ao tema (PL 3874/23).

Desta forma, o substitutivo aprovado altera a Lei Maria da Penha e o Estatuto do Desarmamento para tornar obrigatória a suspensão de armas a partir da concessão da medida protetiva.

Tempo da suspensão
A suspensão da posse ou do porte de armas valerá até:

  • A revogação da medida protetiva;
  • O arquivamento do inquérito policial; ou
  • O trânsito em julgado do processo criminal, o que ocorrer por último.

Em seu parecer, Alberto Fraga afirmou que a presença de arma de fogo em ambiente doméstico marcado por problemas graves de relacionamento, num cenário de tensões e violências, pode agravar o risco de desfechos trágicos.

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Próximos passos
O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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