NACIONAL

Movimento brega de Belém apresenta ao MinC projeto “Palco Mundi do Brega”, e reforça o título da cidade como Capital Mundial do Brega

O ministro do Turismo, Celso Sabino, esteve nesta quarta-feira, 13, no gabinete da ministra da Cultura, Margareth Menezes, em Brasília, acompanhado de uma comitiva de cantores de brega do Pará, para apresentar o projeto “Palco Mundi do Brega”. A iniciativa busca fomentar e difundir o gênero por todo o estado e pelo Brasil, resgatando artistas consagrados e abrindo espaço para novos talentos. O projeto se soma à recente conquista do título de “Capital Mundial do Brega” para Belém e prevê ações para inserir músicos paraenses em grandes eventos culturais e turísticos, além de promover o primeiro Festival do Brega, marcado para 6 de dezembro de 2025, reunindo nomes consagrados e novas promessas do ritmo no Pará.

Em resposta, a ministra Margareth Menezes reforçou o compromisso do governo Lula em fortalecer a cultura popular no Brasil — movimento do qual o brega é, sem dúvida, parte essencial — comprometendo-se a abrir as portas para que o ritmo conquiste cada vez mais espaço nos palcos nacionais. “O brega é uma expressão legítima e vibrante da cultura brasileira, nascida no Pará, mas que fala com o coração de todo o Brasil. Nosso papel é garantir que ele seja valorizado, reconhecido e vivido por todos”, afirmou a ministra.

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Acompanhado de uma comitiva de cantores paraenses do gênero, Sabino explicou que a proposta busca fomentar e difundir o ritmo por todo o Brasil, resgatando artistas consagrados e abrindo espaço para novos talentos. O encontro foi realizado no gabinete da ministra, em Brasília (DF).

Com raízes profundas na musicalidade do Pará, o brega é reconhecido pela mistura de estilos tropicais, letras românticas e energia contagiante que atravessa gerações. A iniciativa também se conecta à recente conquista do título de “Capital Mundial do Brega” por Belém, obtido a partir de articulação do ministro junto à ONU Turismo. “Estamos falando de um patrimônio cultural vivo, que representa a alma do povo paraense e a força criativa da Amazônia. O ‘Palco Mundi do Brega’ é mais do que um projeto artístico: é uma política de valorização, reconhecimento e oportunidade para nossos músicos, além de um motor para o turismo e para a economia criativa”, pontuou Sabino.

Francy Ribeiro, uma das vozes do gênero, destacou a relevância do momento: “É um sonho estar aqui levando o brega para o centro das decisões culturais do Brasil. Esse apoio nos dá forças para continuar cantando nossa história.” Helen Patricia reforçou: “O brega sempre foi resistência, amor e alegria. Hoje, com esse projeto, sentimos que nossa música está sendo ouvida e respeitada em todo o país.”

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O projeto prevê a inserção de artistas paraenses em grandes eventos culturais e turísticos do estado, bem como a expansão da iniciativa para outras capitais brasileiras, com apoio de políticas públicas e leis de incentivo. A proposta inclui ainda a realização do primeiro “Festival do Brega” de Belém, marcado para 06 de dezembro de 2025, reunindo nomes de destaque e novas promessas do ritmo.

Por Cléo Soares

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

CNCA completa três anos com 66% das crianças alfabetizadas

Nesta sexta-feira, 12 de junho, o Ministério da Educação (MEC) celebra três anos do compromisso de garantir que todas as crianças brasileiras fossem alfabetizadas ao final do 2° ano do ensino fundamental, por meio do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), em conjunto com estados, municípios e Distrito Federal (DF). Desde então, o Brasil ultrapassou a meta estabelecida para 2025, chegando a 66% das crianças alfabetizadas na idade certa. Além disso, 20 estados superaram ou atingiram os objetivos previstos para o período. 

Ao longo desses três anos, 5.568 municípios brasileiros e as 27 unidades federativas passaram a atuar de forma articulada para fomentar a alfabetização, aprimorar a gestão educacional e promover ações capazes de garantir que nenhuma criança fique para trás.  

Instituído pelo Decreto n° 11.556/2023, consolidado em política de estado pela Lei nº 15.247/2025, o compromisso reforça que a alfabetização é um direito básico e a sustentação para toda a trajetória educacional. 

Para implementação dos eixos estruturantes do CNCA, o MEC investiu R$ 1,9 bilhão na implementação da política. Os recursos foram alocados para a mobilização de mais de 7,3 mil articuladores em todos os municípios brasileiros e para a formação de aproximadamente 643 mil professores da educação infantil, bem como de cerca de 200 mil professores dos anos iniciais do ensino fundamental. Além disso, mais de 174 mil cantinhos de leitura foram implantados nas escolas, fortalecendo o acesso das crianças aos livros e às práticas de leitura desde os primeiros anos de vida. 

O CNCA também ampliou o uso de avaliações formativas e instrumentos de acompanhamento pedagógico, apoiando professores e redes de ensino na identificação de desafios e no planejamento de ações para garantir a aprendizagem de todas as crianças. São avanços que refletem o compromisso político e técnico de milhares de profissionais da educação em todo o território nacional. 

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Os resultados representam oportunidades e esforço permanente para reduzir desigualdades e promover equidade, assegurando que crianças negras, indígenas, quilombolas e de todos os contextos sociais possam desenvolver plenamente suas potencialidades. Os avanços, ao longo desses três anos, também demonstram a importância do regime de colaboração, já que o sucesso da política é resultado da atuação conjunta dos entes federativos e, sobretudo, do compromisso diário dos professores em sala de aula. 

Os avanços da alfabetização no Brasil demonstram a importância da construção coletiva no desenvolvimento de políticas públicas e evidenciam que, quando o país atua de forma articulada em torno de um objetivo comum, é possível transformar desafios em conquistas. Os resultados alcançados reforçam o compromisso de seguir avançando para garantir que cada criança, em qualquer lugar do país, tenha assegurado o direito à alfabetização na idade certa e a oportunidade de construir um futuro mais justo. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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