POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate uso da inteligência artificial nos cuidados à pessoa idosa

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados debate, nesta terça-feira (5), o uso da inteligência artificial (IA) em programas de cuidados voltados à população idosa. O debate será realizado às 16 horas, em plenário a ser definido. A iniciativa é do deputado Geraldo Resende (PSDB-MS).

Segundo o parlamentar, a IA tem se consolidado como uma ferramenta inovadora em diversas áreas, incluindo a saúde e os cuidados com a pessoa idosa. Ele explica que soluções baseadas em IA têm sido utilizadas para monitoramento remoto de saúde, detecção de riscos, assistência na mobilidade, lembretes para medicamentos, bem como no combate à solidão e ao isolamento social, além da detecção da ansiedade e a depressão.

“Considerando o crescimento da população idosa no Brasil e os desafios associados ao envelhecimento, torna-se fundamental discutir como a IA pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida desse segmento da população, garantindo segurança, autonomia e bem-estar”, avalia.

Ele acrescenta ser necessário avaliar as implicações éticas, regulatórias e sociais do uso dessas tecnologias, de forma a garantir que seu emprego ocorra de maneira acessível, segura e humanizada.

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Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova aumento de pena para extorsão cometida por grupo ou com arma

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que aumenta em até o dobro a punição para o crime de extorsão quando praticado por duas ou mais pessoas ou com o uso de arma. Atualmente, o Código Penal prevê um aumento de até metade da pena nesses casos.

O relator, deputado Delegado Fabio Costa (PP-AL), ajustou a proposta original – Projeto de Lei 5403/25, da deputada Rosângela Reis (PL-MG) – para adaptá-la ao Marco Legal do Combate ao Crime Organizado, que já prevê penas maiores para organizações criminosas “ultraviolentas” que impõem controle territorial.

Costa decidiu não incorporar a norma que previa monitoramento eletrônico obrigatório (tornozeleira) em casos de liberdade provisória. Segundo ele, o Código de Processo Penal já determina que o juiz negue a liberdade provisória a integrantes de milícias ou organizações criminosas armadas, o que torna a medida proposta desnecessária e juridicamente arriscada.

Na justificativa da proposta, a deputada Rosângela Reis enfatizou que é preciso fortalecer o enfrentamento às práticas extorsivas praticadas por milícias privadas, organizações criminosas ou disfarçadas de serviços de segurança.

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Próximas etapas
A proposta será ainda analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e depois pelo Plenário. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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