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Polícias Civil e Militar prendem homem que matou andarilho e a própria mãe a facadas em Tangará da Serra

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A Polícia Civil, por meio da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da 1ª Delegacia de Tangará da Serra, em ação conjunta com a Polícia Militar, prendeu, nesta quinta-feira (10.7), um homem, de 48 anos, suspeito de matar um andarilho, de 39 anos, e a própria mãe, de 68 anos, em Tangará da Serra (250 km de Cuiabá).

O suspeito já havia sido flagrado dando pauladas em um homem em um posto de combustível na última segunda-feira (7). Já na quarta-feira de manhã, o andarilho Claudemir Cordeiro Rodrigues foi encontrado morto, próximo a uma loja, na Avenida Brasil, no Bairro Jardim Acácia, com três cortes no lado esquerdo do peito.

A vítima dormia no momento que foi assassinada, não tendo nenhuma chance de defesa.

A Polícia Civil iniciou investigações e chegou à identificação do suspeito dos dois primeiros crimes como sendo a mesma pessoa. Na manhã desta quinta-feira (10.7), uma equipe foi em direção à casa do suspeito para prendê-lo. Porém, ao chegar, o encontrou no chão, rendido por moradores

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Ele havia acabado de esfaquear a própria mãe, Luzia da Silva Oliveira, cerca de 14 vezes. Um morador, que passava no local, rendeu o suspeito até a chegada das Polícias Civil e Militar.

Ele foi detido pelos policiais e encaminhado para a Delegacia de Tangará da Serra, onde foi autuado por duplo homicídio. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou a morte da idosa.

As investigações continuam para apurar a motivação dos crimes.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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