NACIONAL

Anac aprova termo aditivo para concessionárias que aderirem ao Programa AmpliAR

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou nesta terça-feira (24) o modelo do termo aditivo que será incorporado aos contratos de concessionárias de aeroportos que aderirem ao programa AmpliAR, do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).

Segundo a Anac, após ajustes na proposta enviada pela Superintendência de Regulação Econômica de Aeroportos (SRA), a agência modificou o termo aditivo para tornar mais claro quais valores de receitas e custos dos aeroportos regionais não serão revisados pelo governo quando a forma de recomposição se der por postergação do prazo da concessão.

O caso foi relatado pelo diretor-presidente substituto da Anac, Roberto Honorato, que propôs também excluir da lista de riscos alocados à concessionária os impactos decorrentes de reforma tributária.

De acordo com o ministro Silvio Costa Filho, essa medida vai garantir segurança jurídica para que as concessionárias continuem a investir nos aeroportos brasileiros. “Assim, vamos fortalecendo a aviação regional, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste , com ganhos para a população local, para os empresários, para a produção nacional e também para os investidores”.

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AmpliAR
O Programa de Investimentos Privados em Aeroportos Regionais (AmpliAR) é uma iniciativa do Ministério de Portos e Aeroportos para permitir que concessionárias que já possuem contrato com a União assumam a gestão de terminais aéreos deficitários.

Os aeroportos regionais prioritários incluídos no programa — definidos com base no Plano Aeroviário Nacional (PAN) — serão ofertados por meio de processo competitivo simplificado e de forma individualizada. Nesta primeira etapa, serão ofertados 19 aeroportos localizados em 11 estados das regiões da Amazônia Legal e do Nordeste. Os investimentos iniciais nesses terminais somam R$ 1,35 bilhão — aproximadamente R$ 77 milhões por aeroporto, em média.

A previsão é de que as propostas sejam abertas em setembro, com os ajustes contratuais concluídos até o fim do ano. Aeroportos que não receberem propostas nesta rodada permanecerão disponíveis, assim como novos lotes, que serão oferecidos em futuras etapas do AmpliAR.

Além de melhorar a infraestrutura aeroportuária, os investimentos realizados por meio do AmpliAR terão papel decisivo em áreas como a saúde, ao viabilizar deslocamentos de emergência e facilitar a distribuição de medicamentos e vacinas em comunidades de difícil acesso. O Ministério também destaca que os terminais regionais serão estratégicos para a fiscalização ambiental, o monitoramento de áreas isoladas e a proteção de comunidades indígenas.

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Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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NACIONAL

MME participa da inauguração de cozinha comunitária sustentável no Ceará

O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta quinta-feira (25/6), da inauguração da Cozinha Solidária Paz e Bem, em Fortaleza (CE).A unidade integra o Projeto-Piloto Cozinhas Comunitárias Sustentáveis, desenvolvido em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), a Secretaria-Geral da Presidência da República, Itaipu Binacional, a Cáritas Brasileira, Abiogas, Copa Energia e o Centro Sustentável de Tratamento de Resíduos (CSTR).

Localizada no bairro São João do Tatuapé, a cozinha incorpora soluções energéticas sustentáveis que reforçam seu compromisso com a preservação ambiental. Entre elas, destaca-se o biodigestor, responsável por transformar resíduos orgânicos em biogás, utilizado no preparo das refeições, e em biofertilizante, destinado a hortas comunitárias e à piscicultura. A unidade também conta com um sistema de geração de energia solar, que amplia a eficiência energética e contribui para a redução dos custos operacionais. Em seus primeiros 120 dias de funcionamento, o biodigestor produziu 14,7 m³ de biogás, evitando a emissão de 178 kg de CO₂ equivalente.

Além dos benefícios ambientais e econômicos, as tecnologias contribuem para fortalecer a atuação comunitária por meio de ações de educação socioambiental, mobilização social e iniciativas voltadas à valorização do protagonismo feminino no enfrentamento da insegurança alimentar.

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Sobre o projeto
O projeto surgiu no contexto do Grupo de Trabalho de Transições Energéticas do G20 e em sinergia com a Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, que visa reduzir desigualdades e contribuir com parcerias globais para o desenvolvimento sustentável, defendendo caminhos de transição sustentáveis justos e inclusivos.

A instalação de biodigestores na cozinha solidária integra as ações do MME em parceria com a Abiogas e no âmbito da Lei do Combustível do Futuro (14.993/24), que instituiu mandatos para o biogás e para o biometano, ampliando o uso de fontes limpas no país.

Ao transformar resíduos orgânicos em energia e biofertilizante, os biodigestores promovem o aproveitamento de resíduos gerados pelas cozinhas comunitárias, fornecem biogás para o preparo dos alimentos e produzem insumos para o fortalecimento de hortas e quintais produtivos, contribuindo para a segurança alimentar, a economia circular e a transição energética sustentável.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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