POLICIAL
Forças de segurança desarticulam garimpo ilegal em Paranaíta
As forças de segurança deflagraram, nesta segunda-feira (16.6), uma operação que desarticulou um garimpo ilegal de grande porte no município de Paranaíta, na região do Rio Apiacás (cerca de 900 km de Cuiabá). A ação, que teve continuidade nesta terça-feira (17), resultou na apreensão e inutilização de duas balsas, um motor estacionário, um equipamento de sucção utilizado na extração ilegal de minério e mais de dois mil litros de combustível.
Cerca de 50 servidores participaram da operação, entre profissionais da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), Polícia Militar, Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental, Corpo de Bombeiros Militar, Rotam, Batalhão de Operações Especiais (Bope), Força Tática, efetivo do 9º Comando Regional, e Polícia Federal. A ação também contou com apoio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
O secretário adjunto de Integração Operacional, coronel PM Fernando Augustinho, destacou o trabalho integrado das forças de segurança no combate aos crimes ambientais. “Parabenizo todas as forças envolvidas pelo trabalho conjunto na desarticulação deste garimpo ilegal. A atuação integrada das instituições é essencial no enfrentamento aos crimes ambientais, que são uma das prioridades do Governo do Estado. A Segurança Pública segue firme na política de Tolerância Zero contra esse tipo de crime”.
De acordo com o comandante do 9º Comando Regional da Polícia Militar, sediado em Alta Floresta, tenente-coronel Oswaldo Marins Rabelo, o planejamento da operação teve início após uma denúncia recebida pelo Batalhão Ambiental, que relatava desmatamento ilegal na região do Rio Apiacás. Durante a verificação, os policiais se depararam com o garimpo irregular.
“Em razão dessa situação, fizemos um acompanhamento e demos apoio aos policiais do Batalhão Ambiental para a retirada dos garimpeiros naquela ocasião. Posteriormente, recebemos a informação de que eles haviam retornado à região. A partir disso, com o trabalho de inteligência do 9º Comando Regional, realizamos uma ação conjunta com o Comando-Geral da PMMT e a Sesp, por meio da Secretaria Adjunta de Integração Operacional (Saiop), o que resultou nesta força-tarefa”, explicou o tenente-coronel.
Durante a operação, também foi apreendida uma caminhonete F-4000 com irregularidades administrativas. Duas pessoas que estavam no local foram ouvidas pela Polícia Federal.
Fonte: PM MT – MT
POLICIAL
Polícia Civil cumpre mandados em investigação de ataques virtuais contra moradores, servidores e políticos de Mirassol D’Oeste
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Boca Maldita para cumprir ordens judiciais dentro de investigações que apuram uma série de ataques contra a honra de moradores, servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e região por meio da internet.
Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão com autorização judicial para a exploração de dispositivos eletrônicos, além de dois mandados de medidas cautelares. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Mirassol D’Oeste e Cuiabá.
As diligências, conduzidas pela Delegacia de Mirassol D’Oeste, têm como objetivo coletar provas e aprofundar as investigações sobre a possível prática reiterada dos crimes de injúria, difamação e calúnia.
Segundo as apurações, os investigados teriam utilizado redes sociais e outras plataformas digitais para disseminar conteúdos ofensivos, expondo vítimas, abalando reputações e ampliando o alcance das ofensas no ambiente virtual.
As investigações apontam que os ataques teriam atingido diversos cidadãos, incluindo servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e municípios vizinhos, gerando preocupação diante do potencial de propagação e do impacto causado pelas publicações.
Segundo o delegado Gustavo Ataíde, responsável pelas investigações, a atuação coordenada em diferentes cidades levanta a suspeita da existência de uma possível associação criminosa voltada à prática sistemática de crimes contra a honra no ambiente digital, hipótese que será aprofundada no curso das investigações.
“O ambiente virtual não é uma terra sem lei. O anonimato nas redes sociais é apenas aparente. Crimes praticados pela internet deixam rastros e podem resultar na responsabilização criminal de seus autores”, destacou o delegado.
As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas. Os fatos apurados serão encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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