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ALMT discute isenção de pedágio para pacientes que dependem de hemodiálise e quimioterapia

Em atenção às necessidades dos cidadãos que enfrentam longos deslocamentos para tratar da própria saúde, o deputado estadual e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Dr. João (MDB), apresentou, na sessão plenária desta quarta-feira (11), uma indicação legislativa ao Governo do Estado.

O parlamentar solicita ao governador Mauro Mendes e ao secretário de Estado de Infraestrutura e Logística a isenção do pagamento de pedágio para pacientes portadores de doenças crônicas, como câncer e enfermidades renais que demandam sessões regulares de hemodiálise. A medida busca garantir mais dignidade e aliviar os encargos financeiros daqueles que precisam se deslocar frequentemente para acessar tratamento médico especializado. “Esses pacientes já carregam um fardo enorme. Isentar o pedágio é uma questão de justiça social e dignidade”, declarou Dr. João.

A indicação atende a uma reivindicação de pacientes que, devido à necessidade de tratamentos fora de seus municípios, enfrentam custos elevados com pedágios nas rodovias concedidas à iniciativa privada. Muitos realizam deslocamentos até três vezes por semana, como no caso de quem depende de hemodiálise, o que torna o transporte, mesmo em vans, um ônus significativo.

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“O pedágio pesa no bolso de quem já luta pela vida. Precisamos garantir que o acesso ao tratamento não seja ainda mais difícil”, destacou o deputado.

A Lei Estadual nº 8.620/2006, que regula isenções de pedágio em Mato Grosso, contempla categorias como ambulâncias, veículos policiais e moradores próximos às praças de cobrança, mas não inclui pacientes com doenças crônicas.

Dr. João argumentou que, assim como outras concessões estaduais e federais preveem benefícios para grupos específicos, é essencial estender essa isenção para quem enfrenta tratamentos longos e custosos. “Se isentamos moradores locais, por que não apoiar quem precisa viajar constantemente para sobreviver? É uma questão de humanidade”, afirmou.

A proposta reforça o compromisso de Dr. João com políticas públicas que priorizam o bem-estar social, especialmente para os mais vulneráveis. Como médico, ele enfatizou o impacto psicológico e financeiro das doenças crônicas: “Esses pacientes não escolhem estar doentes. O estado tem o dever de facilitar suas vidas, e a isenção do pedágio é um passo concreto nesse sentido”. A indicação agora aguarda análise do Executivo, com expectativa de apoio para aliviar as dificuldades enfrentadas por milhares de mato-grossenses.

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O parlamentar pediu urgência na avaliação da proposta. “Estamos falando de famílias que já enfrentam batalhas diárias. Espero que o governador e o secretário vejam o impacto social dessa medida e atendam a esse pleito”, concluiu Dr. João.

Fonte: ALMT – MT

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Após marido contar maço de dinheiro, Flávia Moretti peita promotora e mantém Silvio Fidélis na Prefeitura – veja o video

Prefeita chama recomendação do Ministério Público de “absurda” e amplia crise política e institucional em Várzea Grande

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, voltou ao centro de uma nova turbulência política após endurecer o discurso contra o Ministério Público de Mato Grosso e decidir manter o secretário Silvio Fidélis na estrutura do primeiro escalão da Prefeitura.

O novo embate ocorre dias após a forte repercussão envolvendo o marido da prefeita, alvo de comentários e críticas nos bastidores políticos depois da divulgação de episódio em que aparecia contando um maço de dinheiro dentro do paletó — fato que incendiou as redes sociais e ampliou o desgaste da gestão municipal.

Agora, em mais um capítulo explosivo da crise, Flávia Moretti resolveu confrontar diretamente a promotora Tayane Castro Longo Arezzo, responsável pela recomendação que cobra providências da Prefeitura no caso envolvendo Silvio Fidélis.

Durante declaração pública, a prefeita classificou como “absurda” a recomendação ministerial para afastamento do secretário e afirmou que Fidélis sequer estaria mais ligado ao contrato investigado, sustentando que o auxiliar atua atualmente em outra área da administração municipal.

Nos bastidores do poder, a fala foi interpretada como um recado direto ao Ministério Público e abriu uma rota de colisão entre o Paço Couto Magalhães e integrantes do órgão ministerial. A avaliação de aliados é que Flávia tenta demonstrar firmeza política diante da pressão institucional. Já adversários enxergam uma reação arriscada, capaz de aprofundar ainda mais a crise.

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O caso ganha contornos ainda mais delicados porque a própria Prefeitura havia encaminhado denúncias ao Ministério Público após auditoria identificar supostas irregularidades milionárias em contratos ligados à Secretaria de Educação. As suspeitas envolvem cifras milionárias e já movimentam investigações nos bastidores.

Com o clima de tensão elevado, interlocutores da administração municipal admitem reservadamente preocupação com novos desdobramentos judiciais e políticos. A expectativa agora gira em torno da resposta oficial da Prefeitura ao Ministério Público e dos próximos movimentos da promotoria diante do endurecimento público da prefeita.

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