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Polícia Civil deflagra segunda fase de operação que investiga fraudes em licitações

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Barra do Garças (520 km de Cuiabá), deflagrou, nesta sexta-feira (23.5),a segunda fase da Operação Cenário Montado, que expôs um complexo esquema de fraudes em licitações envolvendo prefeituras da região.

As investigações identificaram a atuação de um grupo econômico familiar que teria manipulado processos licitatórios em benefício próprio, gerando prejuízos milionários aos cofres públicos.

De acordo com o delegado Pablo Borges Rigo, que está à frente das investigações, o grupo utilizava empresas de fachada para simular concorrência em licitações públicas na área de produções de eventos.

Documentos falsificados, orçamentos fictícios e alinhamento entre as empresas participantes eram os principais métodos empregados. A fraude permitia que contratos fossem direcionados para companhias ligadas ao esquema, com valores superfaturados e condições predeterminadas.

Nesta fase da operação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em imóveis residenciais e comerciais associados a um dos investigados. As autoridades apreenderam documentos, dispositivos eletrônicos e registros financeiros que corroboram os indícios de irregularidades. Uma Toyota SW4 Hillux também foi apreendida.

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O material sugere que o grupo agia de forma coordenada e que as práticas ilícitas permaneciam em operação, mesmo após o encerramento formal de algumas das empresas envolvidas.

O esquema, que estaria ativo há, pelo menos, três anos, movimentou milhões de reais. Nesta fase da operação também foram sequestrados valores em contas que ultrapassam R$ 21 milhões. Entre os crimes investigados estão associação criminosa, fraude em licitação, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas podem ultrapassar 15 anos de reclusão.

“A operação tem como objetivo garantir a transparência e a competitividade nos processos de contratação pública, além de recuperar valores desviados e responsabilizar os envolvidos”, destacou Pablo Borges Rigo.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação integrada apreende 500 kg de drogas e gera prejuízo de R$ 14,6 milhões às facções criminosas

Uma operação integrada do Gefron, Polícia Federal e unidades das Polícias Militares de Mato Grosso e do Amazonas, apreendeu, nesta quinta-feira(30.4), no distrito de Lucialva, cerca de 500 quilos de drogas e gerou um prejuízo estimado em R$ 14,6 milhões às facções criminosas.

Lucialva é uma região de fronteira com a Bolívia e está localizada no município de Jauru, a 430 km de Cuiabá. Lá, as forças policiais acompanharam o pouso de uma aeronave em uma estrada vicinal e logo após flagraram um carregamento, que suspeitaram ser droga, sendo transferido no avião para uma caminhonete.

A aeronave, modelo Cesna, transportava 200 kg de pasta base de cocaína, e 297 kg de cloridrato de cocaína, que é a droga em seu estado de maior pureza. Durante a abordagem, dos três homens avistados no local, dois foram presos em flagrante, que fugiu para uma área de mata, continua sendo procurado por policiais do Gefron e da PM.

Além das drogas, foram apreendidos a aeronave, avaliada em R$ 3,5 milhões, e o veículo que transportaria o produtor por terra, uma caminhonete Toyota, modelo Hilux CD4x4, fabricada em 2013, de valor estimado em R$ 124 mil.

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Os dois suspeitos presos e todo material apreendido foram trazidos para a Superintendência da Polícia Federal, em Cuiabá, para prosseguimento das investigações e outras providências cabíveis.

Essa operação faz parte dos programas Tolerância Zero às Facções Criminosas e Protetor das Fronteiras, dos governos de Mato Grosso e Federal, e teve como foco o combate aos crimes transfronteiriços entre Brasil e Bolívia. Nas atividades de apuração, constatação criminal e atuação em campo a ação integrou equipes do Grupo Especial de Fronteira(Gefron-MT), Grupo Investigações(GISE) da Polícia Federal, além de equipes do 12° Comando Regional da PMMT(Força Tática e Cia Raio) e Comando de Operações especiais(COE) e FICCO, da PM do Amazonas.

Fonte: PM MT – MT

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