MATO GROSSO

Comunidade escolar vai decidir sobre conversão de 28 novas escolas para o modelo cívico-militar

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) inicia, nesta terça-feira (20.5) e prossegue até quarta-feira (21.5), das 07h às 19h, as consultas em 28 novas escolas relacionadas para conversão em modelo cívico-militar na Capital e no interior.

A exceção é para a Escola Estadual José de Barros Maciel, em Nossa Senhora do Livramento, que realiza a votação nesta segunda-feira (19.5), em razão do feriado municipal de 21 de maio, quando se comemora o aniversário da cidade.

A votação vai ocorrer nas escolas e também nas sedes das Diretorias Regionais de Educação (DREs). A votação é direcionada aos pais e responsáveis legais pelos estudantes matriculados em cada unidade, além dos alunos maiores de 16 anos matriculados.

Por meio de votação secreta, os participantes poderão manifestar sua opinião sobre a proposta de conversão de cada unidade em modelo de gestão cívico-militar, indicando a opção escolhida entre “Aprovo” e “Não Aprovo”, conforme orientações delineadas no edital.

O resultado de cada escola será apresentado depois do término da votação e divulgado por meio de comunicado afixado na escola, na Diretoria Regional de Educação, bem como nas respectivas redes sociais da Seduc.

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Para a Seduc, o apoio da comunidade é essencial para o sucesso das instituições de ensino, e a conversão para esse modelo é uma oportunidade de unir esforços em prol do futuro de crianças e adolescentes.

O modelo cívico-militar mantém o currículo tradicional da rede, com professores responsáveis pelo ensino, enquanto os militares da reserva contribuem para a organização e disciplina das unidades.

De acordo com a secretaria, a ampliação do número de escolas cívico-militares na rede estadual é uma resposta clara e atenta às demandas das famílias e comunidades que buscam uma educação de qualidade, pautada em valores de disciplina e respeito.

O modelo cívico-militar proporciona um ambiente escolar mais seguro e organizado, onde os estudantes não apenas aprendem academicamente, mas também se desenvolvem como cidadãos conscientes e responsáveis.

Em fevereiro deste ano, 32 escolas regulares passaram a compor o programa de Escolas Cívico-Militares em 24 municípios. De acordo com a Seduc, até o final de 2026, o número deve chegar a 100 unidades, ampliando a oferta de ensino para milhares de jovens mato-grossenses. O número total de escolas na rede é de 628 unidades.

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Confira a relação das escolas:

Ytrio Correa (Alto Garças)

Nossa Senhora de Fátima (Araputanga)

Senador Filinto Muller (Barra do Garças)

Norma Lucia Nunes (Brasnorte)

Jupiara (Campo Verde)

Angelina Franciscon Mazutti (Campos de Júlio)

Tancredo Neves (Carlinda)

Ana Tereza Albernaz (Chapada dos Guimarães)

29 de Julho (Confresa)

Leônidas Antero de Matos (Cuiabá)

Filogônio Correa (Cuiabá)

Heliodoro Capistrano (Cuiabá)

Ulisses Cuiabano (Cuiabá)

Irmã Lucinda Facchini (Diamantino)

Vinicius de Moraes (Dom Aquino)

José de Barros Maciel (Nossa Senhora do Livramento)

Nova Canaã (Nova Canaâ)

Mario Correa da Costa (Paranaíta)

29 de Junho (Paranatinga)

19 de Julho (Peixoto de Azevedo)

São Miguel (Pontal do Araguaia)

Edith Pereira Barbosa (Rondonópolis)

Eunice Souza dos Santos (Rondonópolis)

Irmã Miguelina Corso (São Pedro da Cipa)

Arlete Maria da Silva (Várzea Grande)

Jayme Verissimo de Campos (Várzea Grande)

Elmaz Gattas Monteiro (Várzea Grande)

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Vera)

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Programa do Governo de MT vai fomentar a industrialização do algodão em pluma produzido no Estado

Mato Grosso se consolidou ao longo dos últimos anos como um gigante global na produção de algodão em pluma, sendo responsável por mais de 70% da produção brasileira. Agora, o Governo do Estado deu mais um passo para ampliar a participação do setor na economia estadual ao lançar, nesta quarta-feira (27.5), o Programa de Verticalização da Indústria Têxtil, iniciativa voltada ao fortalecimento da industrialização do algodão dentro do próprio estado.

O lançamento ocorreu no Palácio Paiaguás, no auditório Garcia Neto, e contou com a presença do governador Otaviano Pivetta, do secretário de Fazenda (Sefaz), Fábio Pimenta, da secretária de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Mayran Beckman e do secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Durante o evento, foi assinado o decreto que institui o programa.

“Estamos criando condições para quem queira produzir. Nós queremos que a indústria tenha Mato Grosso como um porto seguro para investimentos e que nosso povo tenha renda e empregos de qualidade”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.

O programa consiste em transformar, dentro do próprio estado, o algodão em pluma produzido no campo em produtos industrializados, como fios, tecidos, malhas e confecções, agregando valor à economia local. Na prática, os produtores poderão transferir para as indústrias créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) acumulados ao longo da cadeia produtiva. Já as indústrias poderão utilizar esses valores para reduzir parte do imposto devido nas operações, diminuindo custos de produção e aumentando a competitividade do setor.

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Segundo o secretário de Fazenda, Fábio Pimenta, a iniciativa busca consolidar Mato Grosso não apenas como referência na produção agrícola, mas também na indústria têxtil. Atualmente, embora lidere a produção nacional de algodão, Mato Grosso ainda possui baixa capacidade de industrialização da matéria-prima.

“Estamos criando uma conexão direta entre o produtor e a indústria, garantindo mais competitividade para o setor têxtil de Mato Grosso. Com isso, conseguimos fortalecer a industrialização do algodão dentro do Estado, ampliar investimentos e gerar empregos”, destacou o secretário.

Para os produtores rurais, o programa cria novas possibilidades de mercado e maior integração com a indústria local. Já para o setor industrial, a expectativa é ampliar a competitividade e criar um ambiente mais favorável à expansão das empresas já instaladas e à atração de novos investimentos. Além disso, o programa também deve impulsionar a geração de empregos, aumentar a circulação de renda nos municípios e estimular o desenvolvimento econômico regional.

Para a secretária de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o programa representa um passo importante para ampliar a industrialização da produção mato-grossense e fortalecer a geração de empregos no estado.

“Temos urgência em transformar o algodão em produto dentro do nosso estado e oportunizar a geração de emprego e renda. O que estamos fazendo hoje é extremamente representativo para o setor têxtil e para Mato Grosso. É um passo que está sendo dado e certamente, em breve, nós estaremos aqui falando sobre todos os ganhos que estão acontecendo dentro dos programas governamentais para industrializar nossa produção”, afirmou.

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O programa de verticalização se soma a outros incentivos e políticas já implementados pelo Governo de Mato Grosso voltados à competitividade da indústria. Entre eles estão a isenção do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) sobre o algodão destinado à indústria de fiação mato-grossense e os incentivos concedidos pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic).

Atualmente, não há incidência do Fethab sobre a saída da pluma destinada exclusivamente à indústria de fiação instalada no estado. A medida reduz o custo de aquisição da matéria-prima e fortalece a competitividade da produção local.

Em relação ao Prodeic, o Governo do Estado aplica redução do ICMS para a indústria têxtil, permitindo que a carga tributária efetiva seja reduzida para 1,2% nas operações interestaduais e de 2,55% a 3,4% nas operações internas.

Acompanharam o lançamento do programa o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Dimorvan Brescancim, o secretário adjunto da Receita Pública, Lucas Elmo, o secretário adjunto de Indústria, Comércio e Empreendedorismo, Anderson Lombardi, o ex-senador Cidinho Santos, o prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, além de representantes de associações, federações, sindicatos, cooperativas e indústrias do setor têxtil e da cadeia produtiva do algodão em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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