POLICIAL

Polícia Civil localiza adolescente de 15 anos que fugiu de casa em Barra do Garças

A Polícia Civil de Mato Grosso, com apoio das Polícias Civil e Militar de Goiás, localizou, nesta segunda-feira (24.2), em Iporá (GO), uma adolescente de 15 anos, que havia fugido de casa, em Barra do Garças (520 km de Cuiabá).

As investigações tiveram início quando a mãe da adolescente procurou a 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças para registrar um boletim de ocorrência relatando que sua filha havia sido sequestrada.

A mãe afirmava que um suposto professor havia solicitado uma foto da Carteira de Identidade da adolescente para um projeto escolar, e a mãe enviou a imagem, sem suspeitar de intenções inadequadas.

Mais tarde, por volta do meio-dia, um bilhete entregue por um colega da escola revelou que a adolescente pretendia fugir “em busca de um sonho”.

Assim que acionado, o Núcleo de Investigação da 1ª DP de Barra do Garças iniciou as diligências e identificou que a adolescente havia embarcado em um ônibus com destino a Goiânia, acompanhada de um homem cuja identidade era, até então, desconhecida.

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Em uma força-tarefa, as Polícias Civil de Mato Grosso e Goiás e Militar de Goiás interceptaram o ônibus que a adolescente estavae em Iporá (GO). Ela foi encontrada em segurança. Porém, o homem apontado como suspeito não estava no veículo.

As buscas continuaram e o suspeito foi localizado em outro ônibus. Ele foi ouvido, mas negou qualquer crime, afirmando que apenas havia emprestado seu celular à adolescente na rodoviária para que ela fizesse uma ligação.

As investigações continuam para apurar todos os detalhes do caso, inclusive se há alguma ligação do suspeito com a fuga da adolescente. Segundo o delegado Pablo Rigo, apesar de a menina ter 15 anos, ela tem deficiência intelectual e mentalidade de uma criança. Após ser localizada, ela foi entregue à família.

“A ação rápida e coordenada foi essencial para localizar a adolescente com segurança. Continuamos trabalhando para entender completamente as circunstâncias e possíveis responsabilidades envolvidas”, afirmou o delegado Pablo Rigo, responsável pelo caso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Polícia Civil desarticula esquema de roubo de entorpecentes entre facções criminosas

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (27.5), a Operação Tu Quoque, para cumprimento de ordens judiciais com foco na desarticulação de um esquema de roubo de entorpecentes e tráfico de drogas com ligação entre duas facções criminosas atuantes no Estado.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo quatro mandados de prisão e 11 de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cáceres, com base em investigações conduzidas pela Delegacia de Pontes e Lacerda.

Também são cumpridas medidas de restrição de veículos e bloqueios de contas bancárias dos investigados, no valor de até R$ 2,5 milhões. Entre os alvos envolvidos no esquema está um praça da Polícia Militar, apontado como um dos líderes do grupo investigado.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Pontes e Lacerda e Várzea Grande, com apoio das equipes da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) e da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

As investigações têm como foco a desarticulação de um esquema de roubo de entorpecentes subtraídos em pontos de armazenamento de drogas de uma facção criminosa na região de fronteira e que, posteriormente, eram redistribuídos por integrantes de outra facção na região metropolitana.

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Roubo e tráfico de drogas

Segundo as investigações da Delegacia de Pontes e Lacerda, o esquema funcionava por meio de dois núcleos, um deles responsável por identificar e monitorar possíveis depósitos de drogas de uma facção criminosa na região de fronteira.

O segundo núcleo tinha uma função distinta e se deslocava da Capital do Estado para Pontes e Lacerda para atuar no roubo da droga e, posteriormente, transportar e distribuir os entorpecentes na região metropolitana.

O praça, apontado como principal alvo da operação, era o responsável pelo roubo do entorpecente, saindo da Capital para Pontes e Lacerda para subtrair a droga. Ele também fazia a separação do entorpecente para outra equipe do grupo criminoso, que atuaria na distribuição.

Desarticulação do esquema

A descoberta do esquema ocorreu após a prisão de um dos envolvidos. Na ocasião, outros integrantes do grupo conseguiram escapar, mas, com o avanço das investigações, foram identificados. Também foi descoberto o esquema envolvendo roubos ligados a facções criminosas, além da redistribuição e comercialização do entorpecente subtraído.

Além dos crimes de roubo e tráfico de drogas, as investigações identificaram o envolvimento do grupo em um esquema de lavagem de dinheiro do tráfico, por meio de diversas transações bancárias envolvendo familiares, casas de apostas e empresas de fachada para a pulverização dos valores.

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Nome da operação

A expressão latina tu quoque significa literalmente “tu também” ou “até tu” e faz referência ao fato de existir, como pivô da organização criminosa, um membro das forças de segurança, representando uma significativa quebra da confiança depositada e esperada dos agentes públicos.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Renarc

A operação faz parte da sexta fase da Operação Narke, da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento do Narcotráfico (Renarc). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de enfrentamento ao narcotráfico.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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