MATO GROSSO
Foragido por tentativa de homicídio contra servidor de VG é preso pela Polícia Civil em Pernambuco
Um homem, foragido da Justiça de Mato Grosso pelo crime de tentativa de homicídio, foi preso nesta sexta-feira (7.2), no interior de Pernambuco. Ele foi localizado após buscas realizadas pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá e Gerência de Polinter e Capturas, com apoio da Polícia Civil de Pernambuco.
A.C.F., de 55 anos, foi localizado na cidade de Cupira e conduzido à delegacia do município. Ele estava com o mandado de prisão decretado pela 1ª Vara Criminal de Várzea Grande desde setembro do ano passado.
O investigado foi identificado pela DHPP como o autor dos disparos contra um servidor da Prefeitura de Várzea Grande, que foi alvejado enquanto transitava durante o dia pela Avenida Fenellon Muller, no centro da cidade. O atirador estava em uma motocicleta quando emparelhou com o veículo da vítima e disparou contra ela.
Em novembro do ano passado, A.C.F. foi preso pela primeira vez pela Polícia Civil, quando a equipe da DHPP o localizou em Pontes e Lacerda. Na ocasião, a Polícia Civil de Mato Grosso chegou ao autor da tentativa de homicídio depois de trocar informações com a Polícia Federal, que investiga um homicídio ocorrido em Alagoas, cuja vítima era conhecida na região por fazer denúncias contra políticos e autoridades. Informações apuradas apontaram uma possível conexão entre os executores do homicídio em Alagoas e do ocorrido em Várzea Grande.
Posteriormente, A.C.F. foi beneficiado com um habeas corpus e fugiu para Pernambuco. Contudo, ele teve novamente a prisão decretada pela Justiça de Mato Grosso.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Período eleitoral restringe contratação e movimentação de servidores a partir de 4 de julho
Diversas formas de admissão, contratação e movimentação de servidores estarão proibidas a partir de 4 de julho por causa do período eleitoral. A restrição permanece até o primeiro turno, em 4 de outubro, ou até 25 de outubro, caso haja segundo turno.
A orientação integra a cartilha elaborada pela Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) e Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT), que reúne as principais regras aplicáveis aos agentes públicos nas eleições de 2026.
O que é proibido
Durante o período vedado, não podem ser praticados atos de admissão ou movimentação de pessoal que não estejam expressamente autorizados pela legislação eleitoral. Entre as principais proibições estão:
- Nomear servidores fora das hipóteses legalmente permitidas;
- Contratar pessoal temporário sem necessidade urgente e devidamente justificada;
- Prorrogar contratos temporários, salvo em situações excepcionais indispensáveis à continuidade de serviços públicos essenciais;
- Efetuar movimentações de servidores de ofício, como cessão, redistribuição, relotação, remoção ou transferência;
- Demitir servidores sem justa causa;
- Exonerar servidores efetivos de ofício;
- Praticar atos administrativos que, sem justificativa legítima, dificultem ou impeçam o regular exercício das funções do servidor público.
O que continua permitido
A legislação também prevê exceções para assegurar a continuidade da administração pública e dos serviços essenciais. Entre as situações permitidas estão:
- Nomeação e exoneração de ocupantes de cargos em comissão e funções de confiança;
- Nomeação de aprovados em concursos públicos homologados antes do início do período vedado;
- Realização de concursos públicos em qualquer fase, incluindo publicação de editais, aplicação de provas e divulgação de resultados;
- Demissão de servidores decorrente de processo administrativo disciplinar ou a pedido do próprio interessado;
- Criação e provimento de cargos em comissão e funções de confiança, desde que observadas as normas de responsabilidade fiscal.
Embasamento
As orientações seguem a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pareceres jurídicos da PGE.
O descumprimento das regras pode gerar multas, responsabilização administrativa, cassação de registro ou diploma, inelegibilidade e outras penalidades previstas na legislação eleitoral e na Lei da Ficha Limpa.
Em caso de dúvidas, os agentes públicos devem consultar formalmente a CGE ou a PGE. Acesse AQUI a cartilha.
Fonte: Governo MT – MT
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