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Vasco vence o Bahia em jogo eletrizante em São Januário 

Em uma noite eletrizante no estádio de São Januário, o Vasco da Gama garantiu uma vitória crucial por 3 a 2 sobre o Bahia, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro. Com este resultado, o time cruzmaltino alcançou 43 pontos, subindo para a nona posição na tabela, enquanto o Bahia permanece com 46 pontos, ocupando a sétima colocação.

O Vasco começou a partida com uma postura agressiva, rapidamente estabelecendo uma vantagem de 3 a 0. Payet foi o destaque, marcando dois gols, enquanto Emerson Rodríguez também deixou sua marca. O Bahia, no entanto, não se deixou abater e conseguiu diminuir a diferença ainda no primeiro tempo, com um gol de Lucho Rodríguez. Na segunda etapa, Ademir marcou para os visitantes, aumentando a tensão do jogo.

A partida começou com o Bahia controlando a posse de bola, mas sem criar grandes ameaças ao gol vascaíno. Aos oito minutos, o Vasco teve sua primeira chance clara. Após um erro da defesa baiana, Emerson Rodríguez finalizou, mas o goleiro Marcos Felipe fez uma boa defesa. Este lance animou o time da casa, que abriu o placar aos 11 minutos. Puma Rodríguez chutou de fora da área, Marcos Felipe deu rebote, e Emerson Rodríguez aproveitou para marcar.

O segundo gol veio logo em seguida, aos 17 minutos, quando Rayan foi derrubado na área e o árbitro assinalou pênalti. Payet cobrou com precisão, ampliando a vantagem. O Bahia tentou reagir com finalizações de Everaldo e Everton Ribeiro, mas ambas foram facilmente defendidas por Léo Jardim. O Vasco, por sua vez, quase marcou o terceiro aos 30 minutos, em cabeçada de Rayan após cruzamento de Puma Rodríguez.

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O terceiro gol do Vasco veio aos 31 minutos, novamente com Payet, que acertou um belo chute no canto de Marcos Felipe. O técnico Rogério Ceni, do Bahia, fez substituições que surtiram efeito antes do intervalo. Aos 41 minutos, Lucho Rodríguez cabeceou para o gol após cruzamento, diminuindo a vantagem vascaína.

No segundo tempo, o jogo ficou mais físico e as chances de gol foram escassas. A primeira oportunidade clara surgiu aos 17 minutos, com Acevedo chutando de fora da área. O Vasco respondeu rapidamente, mas Payet não conseguiu finalizar a jogada criada por Alex Teixeira.

O Bahia voltou a marcar aos 30 minutos, quando Thaciano chutou e Léo Jardim defendeu, mas Ademir aproveitou o rebote para cabecear para o gol. A partir desse momento, o jogo ganhou em intensidade, com o Bahia pressionando em busca do empate. O Vasco, por sua vez, começou a cometer erros, aumentando a tensão entre os torcedores.

Nos minutos finais, o Bahia quase empatou. Rafael Ratão finalizou após cruzamento rasteiro, mas Léo Jardim fez uma defesa espetacular. No rebote, Ratão chutou para fora, garantindo a vitória do Vasco diante de sua torcida.

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Na próxima rodada, o Vasco enfrentará o Botafogo em um clássico no estádio Nilton Santos, enquanto o Bahia receberá o São Paulo na Fonte Nova, ambos os jogos marcados para a próxima terça-feira.

FICHA TÉCNICA

VASCO 3 X 2 BAHIA

Local: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Data: 28/10/2024
Horário: 21h (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus (Fifa-SP)
Cartões amarelos: Galdames, Payet e Maicon (Vasco); Gabriel Xavier e Thaciano (Bahia)
GOLS: Emerson Rodríguez, aos 11′ do 1º] tempo; Payet, aos 17 e 31′ do 1º tempo (VASCO) – Lucho Rodríguez, aos 41′ do 1º tempo e Ademir, aos 30′ do 2º tempo (BAHIA)

VASCO: Léo Jardim; Paulo Henrique, João Victor, Maicon e Lucas Piton; Mateus Carvalho (Jair), Galdames e Payet (Maxwell); Emerson Rodríguez (Sforza), Puma Rodríguez (Maxime Dominguez) e Rayan (Alex Teixeira). Técnico: Rafael Paiva.

BAHIA: Marcos Felipe; Santiago Arias, Gabriel Xavier, Kanu e Luciano Juba (Iago); Caio Alexandre (Acevedo), Jean Lucas (Ademir), Everton Ribeiro e Cauly (Rafael Ratão); Thaciano e Everaldo (Lucho Rodríguez). Técnico: Rogério Ceni.

Fonte: Esportes

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Alisson iguala marca histórica de Gylmar e Taffarel ao iniciar sua terceira Copa como titular

Ser titular da Seleção Brasileira em três Copas do Mundo da FIFA é para poucos. Entre os goleiros, apenas dois conseguiram a façanha: Gylmar, em 1958, 1962 e 1966, e Taffarel, nas edições de 1990, 1994 e 1998.

A partir do sábado (13), contra Marrocos, as duas lendas terão a companhia de um novo integrante no clube: Alisson Becker.

Titular absoluto da Seleção na última década, o goleiro do Liverpool chega a seu terceiro mundial, após participações em 2018 e 2022. Nas duas Copas do Mundo da FIFA anteriores, ele disputou nove jogos — ficou no banco apenas uma vez, contra Camarões, no Catar, quando Tite fez um rodízio em sua escalação.

O feito de Alisson é histórico e vem acompanhado de dois desafios: o primeiro é superar uma temporada em que sofreu quatro lesões. O segundo é igualar outro feito de Gylmar e Taffarel: os dois conquistaram o título da Copa do Mundo da FIFA.

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Gylmar dos Santos Neves, ídolo do Santos e do Corinthians, foi campeão mundial em 1958 e 1962, jogando todos os jogos das duas campanhas. Em 1966, ele esteve nas duas primeiras partidas, mas foi substituído por Manga na derrota para Portugal, que eliminou a seleção ainda na fase de grupos.

Taffarel, por sua vez, consagrou-se com o tetracampeonato em 1994, disputando todos os minutos das sete partidas. Ele virou herói nacional na final contra a Itália, ao defender a cobrança de Daniele Massaro na disputa por pênaltis, vencida por 3 a 2.

Brazil's Taffarel and Alisson on November 28, 2022. (Photo by IMAGO / PA Images)

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O ídolo como treinador

Alisson chega ao momento especial na carreira caminhando lado a lado de Taffarel, uma das lendas que ele iguala em sua terceira Copa do Mundo da FIFA. O ídolo do tetra hoje é o treinador de goleiros da seleção e trabalha diariamente com o camisa 1.

Taffarel é, também, a maior referência de Alisson. No projeto “Cartas que Unem”, da FIFA, o atual goleiro da Seleçãorecebeu uma mensagem de seu irmão, Muriel Becker, que lembra as aventuras dos irmãos na infância.

Na carta, Muriel cita o ídolo em memórias sobre as Copas de 1994 e 1998 e presenteia Alisson com uma camisa de goleiro, como a que Taffarel usou nos Estados Unidos.

Brazil's goalkeepers Alisson (L), Ederson (C) and Weverton (R) on January 29, 2022. (Photo by DOUGLAS MAGNO / AFP via Getty Images)

Temporada difícil

A presença de Taffarel é importante para Alisson no dia a dia, pela confiança que há entre ambos. Eles já trabalharam juntos no Liverpool, entre 2021 e 2025, além de quase uma década de parceria na seleção.

Além de questões técnicas nos treinamentos, Taffarel deu a Alisson a segurança de que ele teria seu espaço na seleção quando estivesse fisicamente bem. Esse apoio foi importante sobretudo na temporada 2025-26, quando o goleiro teve três lesões, a mais grave delas na coxa direita.

O problema físico tirou Alisson dos gramados por dois meses, entre março e maio deste ano. Ele só voltou a campo pelo Liverpool na última rodada da Premier League. Mas, na seleção, o clima nunca foi de corrida contra o tempo: a comissão técnica sempre esperou pelo seu titular.

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“Temos uma boa relação. Antes de ser o treinador de goleiro dele no Liverpool há alguns anos, temos uma amizade muito boa. Sabemos da qualidade e do potencial dele, tanto dentro como fora de campo. É um líder com otimismo e vontade de vencer muito grande”, disse Taffarel à FIFA.

MORRISTOWN, NEW JERSEY - JUNE 04: Alisson #1of Brazil poses for a portrait during the official FIFA World Cup 2026 portrait session on June 04, 2026 in Morristown, New Jersey. (Photo by Sarah Stier - FIFA/FIFA via Getty Images)

Subindo no ranking

Em sua terceira Copa do Mundo como titular da seleção brasileira, Alisson também deve ganhar posições na lista de goleiros brasileiros com mais jogos disputados no torneio.

Ele chega ao evento com 9 jogos disputados (são cinco em 2018, e quatro em 2022) e ocupa a quinta posição no ranking histórico. À sua frente, o gaúcho tem Taffarel (18 jogos), Gylmar (14) e Leão (14) e Júlio César (12).

Caso dispute as três partidas na fase de grupos, Alisson empatará com o ex-goleiro do Flamengo e da Internazionale. Caso a Seleção fique entre as quatro primeiras colocadas, serão oito jogos disputados — assim, o camisa 1 poderia chegar a 17 partidas, transformando-se no vice-líder da estatística.

Fonte: Esportes

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